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Review: Depilador Satinelle Massage Premium Philips

Julho foi o mês do meu aniversário, então resolvi me dar de presente algo que juntasse o útil ao agradável (?), ou a fome com a vontade de comer: um depilador elétrico.

A idéia veio ao me dar conta que a prestação de um aparelho desses é exatamente o preço de uma sessão de depilação com cera,  só que só por 12 meses (no Ponto Frio por 12x de 23 reais).

Então, depois de uma grande pesquisa de marcas, modelos, funcionalidades e atrativos, me decidi pelo Satinelle Massage Premium, da Philips (um dos motivos foi ter 90 dias para testar o aparelho com a garantia de ter meu dinheiro de volta caso não me adaptasse ao novo sistema).

Pois vamos lá!

VisualSatinelle Premium Frente

O aparelho é – em comparação com outros, claro – de tamanho médio, leve, anatômico, bem apresentado – com uns desenhos florais que não chamam tanta atenção mas que dão um charme. A necessaire que vem com ele é linda e por ser de um tecido metálico ajuda mesmo a proteger o aparelho (coisa, aliás, que a caixa não faz: pedi o meu pela internet e a caixa chegou aqui em casa toda amarrotada, fiquei morrendo de medo de ter danificado o aparelho). Vem também com uma luva esfoliante bonitinha (a minha veio verde, não sei se existem outras cores)  e bem útil e uma cabeça redutora branca.

Satinelle Premium lateralSatinelle Premium VersoSatinelle Premium desmontado

Recursos

O aparelho tem duas velocidades e seu uso vai depender, na verdade, do grau de sensibilidade à dor de quem está usando. O manual aconselha o uso da velocidade 1 para áreas mais sensíveis (junto com a capa redutora) e a velocidade 2 para as outras áreas. Aliás, a capa redutora nada mais é do que uma espécie de capa intermediária entre as pinças e a sua pele, que diminui a área de contato e o fabricante recomenda o uso na depilação de virilha e axilas.

Ele pode ser usado com ou sem fio. Para o uso com fio, basta colocá-lo na tomada na hora do uso. Para o uso sem fio é preciso carregá-lo por 16 horas (!) antes de usá-lo e ele terá autonomia de 20 minutos. Parece pouco mas não é. Em 20 minutos é possível fazer a depilação com cuidado e detalhismo numa boa. (Só não pode esquecer o aparelho por mais de 24 horas carregando que estraga a bateria)

E ele vem com uma espécie de "pente" massageador com aloe vera para ajudar a reduzir o incômodo e a dor na hora da depilação.

Satinelle Premium - Cabeça depiladora Satinelle Premium - Entrada do cabo de força

Funcionalidade

Fiz uso do aparelho nas pernas e virílha (equivalentes no salão a meia perna e virilha cavada).

Para meia perna eu usei o aparelho com fio na velocidade 2. Como eu não fazia depilação com cera nas pernas há muito tempo senti um pouco mais de dor do que esperava. O contato do "pente" massageador com a pele realmente parece funcionar, então a posição do aparelho em relação á pele faz toda a diferença (aparelho a pouco menos de 90 graus, no sentido contrário do nascimento dos pêlos). Mas ainda assim não foi ruim e foi rápido. E o resultado foi muito bom.

Para virilha cavada eu usei o aparelho sem fio na velocidade 1. Confesso que estava com medo de começar, com medo da dor que poderia sentir, mas me surpreendi muito. Como eu já faço depilação com cera há mais de 10 anos não senti grandes incômodos. Aliás, a sensação (dor) não é muito diferente de uma pra outra. No início tentei usar a capa redutora mas não me adaptei muito bem, já que é uma região mais "cheia de curvas" e o acessório dificultava em vários momentos, mas ela deve ajudar muito quem não tem intimidade com depilações me geral. O mais difícil, na minha opinião, foi acompanhar o sentido de crescimento dos pêlos e manter a pele bem esticada (o que faz realmente doer bem menos). Mas em 20 minutos já tinha terminado, mesmo sem prática nenhuma, e o resultado ficou também muito bom.

Em ambos os casos eu precisei usar uma pinça para dar "acabamento". E usei um creme hidratante depois, já que a pele fica bem irritada, vermelha. Mas ainda assim Luva esfoliadorame pareceu que a pele fica menos irritada do que com as ceras (mais até do que a cera fria de mel, que já agride menos a pele do que a cera quente, e tem recuperação boa).

O uso da luva esfoliante ajuda mesmo a pele a se recuperar e não encravar pêlos. Ela é um pouco mais áspera que aquelas buchas naturais, de feira, então não é recomendado o uso imediatamente antes ou depois da depilação.

Limpeza

Após o uso a limpeza é bem fácil. Ele vem com um pincel para ajudar a remover os pêlos que ficam em baixo da cabeça depiladora e esta ainda pode ser retirada para ser lavada em água corrente. Tanto o desencaixe como o encaixe dela são super simples, tem apenas que retirar os acessórios antes de colocar em baixo da torneira (capa redutora e pente massageador). O fato de as pinças serem de cerâmica também facilitam a limpeza e evitam inflamações, já que não tem metal em contato com a pele.

Acessórios

Kit completo Satinelle Premium

A embalagem vem com:

- Aparelho com massageador de aloe e vera;

- Capa redutora;

- Necessaire de tecido metálico;

- Carregador;

- Pincel para limpeza;

- Luva esfoliante;

- Manual de instruções.

Conclusão

Estojo do Satinelle Premium

O aparelho é bem fácil de usar. A dor não é um bicho de sete cabeças – especialmente pra quem já faz uso da cera – com a vantagem da pele recuperar mais rápido e não manchar.

O acabamento não fica perfeito, mas quase.

A facilidade de poder se depilar em casa, na hora que for mais conveniente – sem ter que depender do horário comercial – é ótima, e ainda dá pra levá-lo em viagens e não passar sufoco.

E o custo-benefício é excelente já que, uma vez que o aparelho estiver pago o gasto com depilação acaba por definitivo.

Nota 9,5.

Pega Leve

Outro dia, sem querer, vi no balcão da Casa do Plástico (ou Rei do Plástico, eu nunca me lembro… ali na rua Buenos aires, no centro do Rio, sabe?) um objeto esquisitíssimo. Demorei pra entender o que era, mas quando a ficha caiu achei genial: Pega Leve – um porta-sacolas plásticas.

Nada mais é do que uma peça de plástico, com uma abertura no meio, por onde você passa as alças das sacolas. Isso faz com que o peso dissipe, seus dedos não fiquem “enforcados” e você tenha mais mobilidade para carregá-las, já que dá pra colocar todas no chão de uma vez só e depois retomá-las sem precisar caçar todas as alças de novo.

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Eu comprei dois (um pra cada mão) por R$ 0,70 cada. São pequenos, então dá pra deixar na bolsa ou na mochila (pra usar naquela compra inesperada, antes de ir pra casa – porque, pra supermercado, o ideal é sacola de nylon retornável, né?) e muito fáceis de usar. É uma mão na roda, pode ter certeza!

Windows Live One Care

Se você usa MSN Messenger e Orkut é bem provável que já tenha pego um daqueles vírus insuportáveis que mandam mensagens, sem que você saiba, para todos os seus contatos. E se já pegou, deve saber bem o quão resistentes aos anti-vírus eles são. Eu, mesmo com o AVG 8 atualizado diariamente e o Spybot fazendo varreduras constantes, não conseguia de jeito nenhum me livrar de um desses  malditos que me veio via MSN Messenger.

Foi quando eu descobri o Windows Live One Care.

Windows Live One Care é uma varredura disponibilizada gratuitamente pela Microsoft para todos os tipos de Windows. Ele faz proteção, limpeza e ajustes -  verifica e remove vírus, limpa o lixo em seu disco rígido e melhora o desempenho do seu PC. E assim manda embora os vírus mais resistentes, daqueles que passam brincando pelos anti-vírus padrão.

O melhor é que não é preciso instalar nada: você entra na página, clica em “verificação completa” e ele faz o resto. E ainda tem a possibilidade de escolher se quer fazer a verificação completa, só a proteção, a limpeza ou os ajustes. O único detalhe é que ele só funciona no navegador Internet Explorer.

Se prepare pois a varredura demora, mas vale a pena.

Etna

Eu sempre adorei decoração. Sempre, desde criança. Minha mãe comprava revistas e eu ficava folheando, vendo aquele monte de casa diferentes, lindas. E, de vez em quando, a gente ia ao Lar Center, em São Paulo, olhar a Tok & Stok. Só olhar, porque ela era muito cara pros nossos padrões. E era tudo tão lindo…

Já no Rio, meu primeiro salário (de estagiária ainda) eu usei pra comprar uma cama de casal estilo japa, da Tok & Stok. Ela era linda, cara, mas necessária no meu apartamentinho pequeno e charmoso na Glória. Mas foi só isso que eu comprei durante um bom tempo.

Aí, há um pouco mais de um ano, minha irmã me contou de uma outra loja – a Etna -, no mesmo estilo (móveis e objetos estilosos, de design funcionais  e “simples”) que tinha aberto em São Paulo. E melhor, mais barata.

Obviamente eu e meu marido gastamos uma grana lá já que estávamos justamente montando nosso apartamento. Mas não deu pra comprar muita coisa já que a loja ficava em São Paulo e nós, no Rio.

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Mas… não é que abriu – não faz muito tempo – na Av. Ayrton Senna, na Barra, uma loja enorme e linda da Etna? São móveis, tapeçaria, cama-mesa-e-banho, utensílios, iluminação, objetos de decoração… tudo pra quem gosta de uma casa de revista!

Vale a pena dar um pulo lá (mas cuidado com as tentações)!

(e uma dica: se você for na hora do almoço, eles têm um restaurante ótimo – e barato)

Rap 10

Quando eu fui morar sozinha eu descobri a pizza de frigideira (uma massa de pizza bem fininha que você coloca numa frigideira com molho e coberturas, tampa – pra derreter o queijo – e em 5 minutos ela está pronta e crocante). Comi muito disso, mas um dia enjoou – acho que por ser sempre pizza.

Aí, um dia, minha mãe comentou comigo de um pão de frigideira, mas foi um amigo quem me apresentou de verdade a novidade, me dando um pacote.

Rap10

O Rap 10 é um pão fininho (mistura de pão árabe com indiano), que pode ser comido “cru” ou frito, com o recheio que você preferir. Lembra muito a pizza de frigideira – até porque depois de quente fica bem crocante e saboroso – mas a vantagem é que é pão, então não depende de molho e queijo (o que é ótimo pra quem tem restrições alimentares, como eu).

O fabricante (Pullman) disponibiliza o Rap 10 na versão normal e na light – com 50% menos gordura – e um site com dicas e receitas bem fáceis e interessantes.

Custa aproximadamente R$ 4,35 o pacote e pode ser encontrado em qualquer supermercado e em algumas padarias.

Prove, invente uma receita e depois me conta, tá?

Motorola Q11 x Nokia E71

Já escrevi o review do Motorola Q11 que a Claro me deu de presente mês passado. Mas não contei que a Claro deu de presente pro meu marido o Nokia E71. Fiquei pensando e achei interessante postar um pequeno comparativo dos aparelhos (pequeno porque, apesar de eu ter lido todo o manual do E71 e configurado o bichinho, não sou eu quem o usa todos os dias).

Então lá vamos nós:

Visual

O Motorola Q11 é moderninho, emborrachado, mais leve e maior que o Nokia E71, que é mais formal, metalizado, vem com capa de couro forrada de feltro e possui uma tira de couro linda de segurança que vai na base do celular, e não no topo, e dá mais segurança pra ele não cair nem ser roubado enquanto você fala. O visor de ambos tem tamanhos parecidos, mas o do Q11 é um pouco maior pelo aparelho ser maior. A mesma coisa em relação ao teclado. A disposição das teclas numéricas no teclado do Q11 é mais intuitiva do que a do E71. A lente da câmera de ambos é bem pequena, e o E71 conta com um “mini-espelho” pra auxiliar em fotos auto-retrato. O slot para cartão do Q11 fica ao lado do cartão SIM (a bateria tem que sair para o cartão ser removido), já no E71 o slot fica na lateral do aparelho, o que facilita muito sua retirada e leitura de cartões alheios, como de câmeras digitais (para envio de fotos, por exemplo).

Recursos e Funcionalidades

O Motorola Q11 tem sistema operacional Windows Mobile 6.1 enquanto o Nokia E71 roda Symbian. Os menus do Q11 são mais intuitivos e práticos, mas o E71 é mais rápido no processamento das atividades. Os aplicativos do Q11 são padrão Windows, enquanto o E71 tem recursos específicos, mas é aberto para instalação de aplicativos alheios, como o MSN Messenger, por exemplo. Ambos possuem aplicativos funcionais como calculadora, agenda, conversor, alarme, etc, sendo que no Q11 essas funções ficam mais acessíveis.

O E71 não possui nenhum tipo de jogo e suas personalizações são bem restritas (não dá, por exemplo, pra alterar a cor da fonte da tela inicial onde fica o relógio, então só dá pra usar papéis de parede de cor clara). O Q11 vem com os jogos bubble braker e paciência, e tem uma personalização ampla, apesar de não ser possível reordenar os ícones do menu iniciar.

O E71 é um aparelho 3G, mas também funciona no sistema Edge, enquanto o Q11 funciona apenas no Edge. Ambos funcionam bem em Wi-fi e Bluetooth, sendo que o E71 possui também Infra-vermelho.

O menu da página principal do Q11 não pode ser alterado, enquanto no E71 você pode escolher os atalhos dos aplicativos que usa mais. O relógio e os aplicativos da página principal do Q11 ficam mais visíveis do que os do E71. Os aplicativos usados no Q11 ficam abertos esperando finalização pelo gerenciador de tarefas mas, mesmo se não finalizado, uma vez encerrado ele não fica “no caminho”. No E71, os aplicativos podem ser finalizados apertando a tecla “home” por alguns segundos, mas alguns finalizam realmente quando encerrados (o que nem sempre é bom, já que você pode ter sido interrompido por uma ligação, por exemplo). O tecla menu do E71 remete à última pasta utilizada enquanto a do Q11 geralmente remete ao menu iniciar – você pode escolher a opção de direcionamento para os úlimos aplicativos utilizados.

Ambos possuem câmera de 3.0 megapixels, mas a do Q11 não chega aos pés da qualidade de imagem e de recursos do E71. Foto tirada, o E71 ainda dá a opção ainda na tela de enviar a foto imediatamente.

As caixas de som de ambos funcionam bem, os music players também, e ambos vêm com fones de ouvido com microfone, sendo que o E71 é plug mini (como de Iphone) enquanto o Q11 é plug padrão.

Bateria

A bateria do Q11 é surpreendente e dura tranquilamente 3 dias em uso normal, dois em uso intenso e 1 se o windows media player ficar ligado por muito tempo. O E71 consome mais bateria que o Q11, mas ainda sim seu tempo de duração é longo e seu carregamento rápido.

Acessórios

O Q11 vem com:

- Carregador de parede;

- Carregador veicular;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 1Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

O E71 vem com:

- Carregador de parede;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 2Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

Conclusão

Os aparelhos têm perfil distintos: o Nokia mais formal e o Motorola mais moderno, então, apesar de recursos parecidos, são aparelhos para públicos diferentes. Isso sem contar com o uso ou não da tecnologia 3G. Na balança, um perde aqui, outro ali, e os dois ficam numa média de 8,5 e valem muito a pena.

(Estou muito feliz com meu Q11 e meu marido com o E71 dele – encaixaram bem com nosso perfil. Foram ótimas aquisições.)

Review: Motorola Q11

Como eu disse no último post, estava pra pegar um celular novo e acabei decidindo pelo Motorora Q11. Então vamos a ele.

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Visual

O aparelho é tão fino quanto o Motorola V8, um pouquinho maior e ainda mais leve. Seu teclado QWERTY é de um tamanho interessante (nem tão grande que pareça uma aberração, nem tão pequeno que seja impossível digitar). Tem o verso emborrachado com uma pequena lente (da câmera de 3.0 megapixels), uma tela praticamente do mesmo tamanho da do V8 e detalhes em azul, o que quebra a monotonia e a seriedade.

Nas laterais possui entrada mini USB, controle de volume, tecla que remete à última função utilizada (muito útil) e plug padrão para fone de ouvido.

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Recursos

O Q11 não é um aparelho 3G, o que vai na contramão da tecnologia, mas que vem bem a calhar pra pessoas como eu, que não pretendem pagar a fortuna que ainda cobram pelo plano de livre acesso mas que querem ter a opção de acessar a internet se for preciso. No caso do Q11, possui conexão Edge (o 3G que não fica conectado o tempo todo) e, pra ajudar, tem conexão bluetooth e wi-fi que funcionam muito bem, obrigada.

Ele vem com Windows Mobile 6.1 e seus companheiros Internet Explorer (que teve que ser reconfigurado já que a página inicial padrão, da Claro, complica demais o básico) , MSN messenger, Windows Live, Documents to Go – um mini MS Office que lê e edita word, excel e power point de forma (bem) resumida, e também pdf – e Windows Media Player, todos sincronizáveis com o Windows do PC por software (incluso em um CD) ou por drag and drop.

Uma boa novidade é o Motonav*, um GPS bem simples e prático que não precisa de rede para funcionar (já que os mapas estão todos no cartão de memória), mas que pode ser usado online para traçar rotas mais precisas.

Por falar em cartão de memória, ele vem com um, Micro SD, de 1Gb, mas pode ser expandido para até 32Gb em Micro SD ou Micro SDHC, o que é ótimo, já que sua memória interna é quase ínfima.

Possui ainda uma agenda bacana (que coloca seus próximos compromissos visíveis na tela inicial), bloco de notas, calendário, conversor, memos de voz, despertador, Moto ID *(um identificador de músicas interessante que a Motorola já vem utilizando há algum tempo), ShoZu* (um programa que ajuda a publicar textos, fotos e vídeos em sites de relacionamento), Boingo Mobile Wi-Fi* (para conexão em pontos gratuitos da rede Boingo) e os jogos bubble braker e paciência.

(*Aparentemente a Motorola não está mais disponibilizando os aplicativos Motonav, Shozu, Moto ID e Boingo Mobile Wi-Fi junto com o aparelho. Pergunte à sua operadora antes de comprar)

Funcionalidade

Dá pra imaginar que, pra quem já está acostumado com o Windows, não fica muito difícil entender o Q11. Mas ainda assim, algumas coisas não são tão intuitivas, como por exemplo, fechar um aplicativo (não basta apenas “sair” do programa, é preciso ir no Gerenciador de Tarefas – que fica estrategicamente colocado na página principal – e encerrar um por um).

No geral ele é bastante simples e seus menus bem auto-explicativos, mas algumas facilidades que a Motorola já tinha incorporado a seus aparelhos se perderam nesse aqui. Não se pode, por exemplo, usar uma música qualquer como toque se ela não estiver na mesma pasta que os ringtones. Não seria tão mal se não fosse aquela famigerada falta de espaço interno do aparelho, logo as opções de toque diferenciais ficam bem restritas. A questão dos arquivos, aliás, não foi muito bem resolvida dentro do aparelho, mas como ele funciona facilmente no sistema drag and drop, acaba não causando grandes transtornos.

Outra coisa que a Motorola deixou passar foi a adaptação do software para todos os tipo de aparelho. Eu, que já tinha um Motorola, achei que conseguiria passar facilmente meus contatos para o Q11 via Motorola Phone Tools e me dei mal, já que ele não reconhece aparelhos tipo Q (menos mal que ambos os aparelhos tinham bluetooth e não precisei redigiar um a um).

Ainda sobre os contatos, ao se conectar no MSN messenger, ele se oferece para transferir seus contatos online para sua agente do aparelho. Outra coisa é que o formato padrão do contato é Sobrenome, Nome, que pode ser alterado (um a um) nas opções de exibição, junto com as outras vinte mil informações que podem ser adicionadas.

As configurações, num geral, são bem simples de fazer, com passo-a-passos bem explicados. O Gmail, por exemplo, pode ser configurado como conta padrão de forma extremamente rápida e tem a opção de só se conectar com a rede quando for requisitado – o que é importante pra quem não está usando wi-fi muito menos 3G. As mensagens de email vêm num formato fácil de ler e os anexos podem ser salvos no cartão de memória.

A câmera de 3.0 MPxl é que é um pouco decepcionante. Deve muito à qualidade apresentada no V8, por exemplo. Seu obturador é extremamente lento, o que faz com que, após o som de clique (que, infelizmente, não pode ser retirado, apenas modificado) o fotógrafo seja obrigado a permanecer imóvel ainda durante um tempo, para captar a imagem – o que, inevitavelmente, produz imagens borradas se os fotografados estiverem em movimento. Tem alguns recursos extras, como opção de cores e tipos de iluminação, mas nada que compense o obturador falho.

As fotos abaixo foram tiradas com ele:

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O Q11 possui ainda um viva voz potente e com som claro tanto pra quem fala quanto pra quem escuta, recurso de chamada por reconhecimento de voz que funciona otimamente e “amplificadores” bem equalizados, bons para ouvir música mesmo sem fones.

O uso do teclado é fácil (mas com alguns macetes que o manual ensina), as teclas são de bom tamanho e configuráveis a atalhos (além dos que já vem marcados no teclado).

Bateria

A bateria dele me impressionou. Como eu estava (e ainda estou) em fase de configurações e testes, passei dias usando o aparelho direto, muitas vezes com o wi-fi ou o bluetooth ligado. E a bateria aguentou firme a maratona, durando cerca de 3 dias inteiros de muita agitação. Dos aplicativos, o que descarrega mais a bateria é o Windows Media Player; fiquei usando o Excel durante horas consecutiva e ele não fez nem cócegas na bateria. O carregamento é rápido também, o que facilita muito.

A única coisa chata é retirá-la do aparelho. É a mais difícil que eu já mexi.

Acessórios

Uma das grandes vantagens da Motorola, na minha opnião, são as conexões padrão. O aparelho pode ser conectado a qualquer computador com um cabo mini USB. Os fones de ouvido de boa qualidade também são bem-vindos, já que o plug é universal (mas o fone incluso no kit funciona muito bem, de qualquer forma).

Junto do aparelho vem:

- Carregador de parede;

- Carregador veicular;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 1Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

Conclusão

O Motorola Q11 é um aparelho simples e funcional, pensado para quem gosta de tecnologia mas não quer gastar mundos e fundos nem com o aparelho nem com a conta. Até agora tem valido bem a pena. Nota 8,5.

***

ATENÇÃO:

Faça um backup de TODOS os arquivos originais do cartão de memória ANTES de começar a instalar novos arquivos – para não correr o risco de perder os arquivos de instalação e funcionamento dos aplicativos.

Se você já os perdeu ou se seu aparelho não veio com eles, infelizmente nesse caso eu não posso ajudar. EU NÃO PASSO ARQUIVOS (não adianta insistir).

Não me responsabilizo por comentários, links ou arquivos disponibilizados aqui por terceiros.

Windows Live Writer

Por acaso baixei o Windows Live Writer. Nem me lembro como. Tanto que me esqueci completamente dele. Hoje, fuçando tudo pra ver o que era lixo, achei. E resolvi configurar, testar, ver se presta.

Aparentemente é bom, facilita postar. O design dele é bonito e funcional. Tem a opção de mostrar imediatamente como vai ficar o post quando estiver online, o que é ótimo porque às vezes o editor do WordPress engana. E dá pra criar contas diversas, o que significa que dá pra usar o mesmo editor pra blogs e serviços diferentes.

Como ainda não testei tudo, não sei o quanto é melhor que ir direto na página de edição, na internet. Mas me parece bem mais prático e fácil por aqui.

Você pode baixar aqui ou aqui. E me conta depois o que achou.

Relação Magnética

Essa é a primeira escultura que eu e o Julio fizemos juntos.

É uma peça feita com metais e imãs, e é interativa – as chapinhas podem ser mudadas conforme o gosto do freguês.

Porta Canetas/Clipes

Uma coisa que sempre me incomodou em escrivaninha era excesso de coisas desnecessárias. E não tem como não ter, no mínimo, um porta-canetas em cima da mesa.

Daí eu encontrei o Snorkel porta-lápis/clipes.

É uma peça única, com o porta-lápis em cima e o porta-clipes em baixo. Não ocupa quase nada de espaço e tem um design simples e bonito.

Comprei na Tok&Stok e custou R$ 12,00.

É bastante funcional.

Mini Eskibon

Eu adorava Eskibon quando era criança. Mas parei de comer porque nunca conseguia terminar o sorvete antes dele despencar no chão.

Daí eles inventaram o Mini Eskibon.

É o mesmo sorvete de creme dentro da casca de chocolate mas no formato bombom, pequeno, em uma caixinha. É delicioso tanto quanto o grande e dá pra comer tudo sem perder uma lasquinha sequer.

Na padaria custa R$ 3,50, e é da Kibon. E ainda tem a variação Mini Chicabon, com o famoso sorvete de chocolate dentro, lançado em comemoração ao 65 aniversário.

Pra ter sempre no congelador.

Adaptador Wireless

Eu, que já tinha um notebook, comprei um desktop. Mas ele ia pra um cômodo diferente do modem. Como eu já tenho um roteador (um aparelhinho que serve pra “jogar o sinal no ar” e te dar internet wireless dentro de casa) pensei: e se o desktop fosse wireless?

Daí eu encontrei o D-Link Wireless Adapter.

É um pendrive que você conecta na entrada usb do seu computador e recebe o sinal de internet, aonde quer que você esteja. A instalação é mamão com açúcar e o funcionamento é excelente. Esse da D-Link ainda vem com um suporte de mesa, caso sua porta usb seja na parte de trás da torre e não tenha espaço pro pendrive lá.

O meu, da D-Link, custou R$ 129,00 e eu comprei na Gávea Ponto.Com, no Shopping da Gávea, no Rio.

Menos técnicos em casa e menos fios pelos quartos.

Post-it Digital Notes

Todo mundo precisa de blocos de notas. Porque recados acontecem o tempo todo. Então todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já usou um daqueles bloquinhos de folhas amarelas auto-colantes chamados Post-it.

Mas o Post-it é meio caro e todo mundo, volta e meia, esquece de olhar os recados porque ficam longe de onde mais usamos, ou a cola acaba e eles voam.

Daí a 3M (a fabricante dos bloquinhos amarelos) inventou o Post-it Digital Notes.

É um software super leve que substitui o bloquinho real de papel por um digital. Um ícone fica disponível na barra ao lado do relógio do computador e outro, se você quiser, na área de trabalho – é só clicar e pronto! Abre-se um papelzinho novo para anotar qualquer recado na sua área de trabalho (que pode ser moldado para o tamanho que for mais adequado). Usou o recado? Ctrl+T e ele some pra nunca mais voltar.

O download é gratuito e você encontra ele aqui.

Infinitamente mais prático, mais barato e mais “ecologicamente correto” que o papel.

Bandoca


A vida toda eu vi meu pai comer na sala, com o prato apoiado em cima de uma almofada sobre o colo. Acho que todo mundo já comeu assim ou já apoiou qualquer coisa no colo pra facilitar a vida e usou uma almofada pra ficar mais confortável.

Mas aí a Lidoka inventou a Bandoca.

Bandoka é uma bandeja de madeira que já vem com uma almofada na base, o que faz com que a bandeja fique realmente equilibrada enquanto você a usa. E serve pra milhares de coisas: apoiar o notebook, escrever, comer, apoiar a pipoca e o refrigerante em cima da cama enquanto você vê um filme.

O material da bandeja pode variar, assim como o tecido e as cores da almofada. O preço vai de R$ 60,00 a 140,00. E está à venda no site.

Depois que você tem uma, não pára de usar nunca.

Prendedor para Lençol


Não tem nada mais irritante do que lençol escapando do colchão. E quem tem cama box (como é o meu caso) passa por isso sempre, já que os colchões são altíssimos e os lençóis não acompanham nunca.

Daí dei de cara com essa: Prendedor para Lençol.

Nada mais é do que uma espécie de “cinta-liga” (com o mesmo mecanismo de encaixe) para prender as quinas do lençol umas nas outras e fazê-las ficar quietas, coladas no colchão e embaixo da cama. Simples e prático. E realmente funciona. Inclusive evitando que a lateral do colchão fique a mostra por causa da não-aderência do lençol.

O produto é da marca Drem’s e eu comprei nas Lojas Americanas por R$ 9,90, mas deve ter em várias lojas de UDs.

Resolve.