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Review: Depilador Satinelle Massage Premium Philips

Julho foi o mês do meu aniversário, então resolvi me dar de presente algo que juntasse o útil ao agradável (?), ou a fome com a vontade de comer: um depilador elétrico.

A idéia veio ao me dar conta que a prestação de um aparelho desses é exatamente o preço de uma sessão de depilação com cera,  só que só por 12 meses (no Ponto Frio por 12x de 23 reais).

Então, depois de uma grande pesquisa de marcas, modelos, funcionalidades e atrativos, me decidi pelo Satinelle Massage Premium, da Philips (um dos motivos foi ter 90 dias para testar o aparelho com a garantia de ter meu dinheiro de volta caso não me adaptasse ao novo sistema).

Pois vamos lá!

VisualSatinelle Premium Frente

O aparelho é – em comparação com outros, claro – de tamanho médio, leve, anatômico, bem apresentado – com uns desenhos florais que não chamam tanta atenção mas que dão um charme. A necessaire que vem com ele é linda e por ser de um tecido metálico ajuda mesmo a proteger o aparelho (coisa, aliás, que a caixa não faz: pedi o meu pela internet e a caixa chegou aqui em casa toda amarrotada, fiquei morrendo de medo de ter danificado o aparelho). Vem também com uma luva esfoliante bonitinha (a minha veio verde, não sei se existem outras cores)  e bem útil e uma cabeça redutora branca.

Satinelle Premium lateralSatinelle Premium VersoSatinelle Premium desmontado

Recursos

O aparelho tem duas velocidades e seu uso vai depender, na verdade, do grau de sensibilidade à dor de quem está usando. O manual aconselha o uso da velocidade 1 para áreas mais sensíveis (junto com a capa redutora) e a velocidade 2 para as outras áreas. Aliás, a capa redutora nada mais é do que uma espécie de capa intermediária entre as pinças e a sua pele, que diminui a área de contato e o fabricante recomenda o uso na depilação de virilha e axilas.

Ele pode ser usado com ou sem fio. Para o uso com fio, basta colocá-lo na tomada na hora do uso. Para o uso sem fio é preciso carregá-lo por 16 horas (!) antes de usá-lo e ele terá autonomia de 20 minutos. Parece pouco mas não é. Em 20 minutos é possível fazer a depilação com cuidado e detalhismo numa boa. (Só não pode esquecer o aparelho por mais de 24 horas carregando que estraga a bateria)

E ele vem com uma espécie de "pente" massageador com aloe vera para ajudar a reduzir o incômodo e a dor na hora da depilação.

Satinelle Premium - Cabeça depiladora Satinelle Premium - Entrada do cabo de força

Funcionalidade

Fiz uso do aparelho nas pernas e virílha (equivalentes no salão a meia perna e virilha cavada).

Para meia perna eu usei o aparelho com fio na velocidade 2. Como eu não fazia depilação com cera nas pernas há muito tempo senti um pouco mais de dor do que esperava. O contato do "pente" massageador com a pele realmente parece funcionar, então a posição do aparelho em relação á pele faz toda a diferença (aparelho a pouco menos de 90 graus, no sentido contrário do nascimento dos pêlos). Mas ainda assim não foi ruim e foi rápido. E o resultado foi muito bom.

Para virilha cavada eu usei o aparelho sem fio na velocidade 1. Confesso que estava com medo de começar, com medo da dor que poderia sentir, mas me surpreendi muito. Como eu já faço depilação com cera há mais de 10 anos não senti grandes incômodos. Aliás, a sensação (dor) não é muito diferente de uma pra outra. No início tentei usar a capa redutora mas não me adaptei muito bem, já que é uma região mais "cheia de curvas" e o acessório dificultava em vários momentos, mas ela deve ajudar muito quem não tem intimidade com depilações me geral. O mais difícil, na minha opinião, foi acompanhar o sentido de crescimento dos pêlos e manter a pele bem esticada (o que faz realmente doer bem menos). Mas em 20 minutos já tinha terminado, mesmo sem prática nenhuma, e o resultado ficou também muito bom.

Em ambos os casos eu precisei usar uma pinça para dar "acabamento". E usei um creme hidratante depois, já que a pele fica bem irritada, vermelha. Mas ainda assim Luva esfoliadorame pareceu que a pele fica menos irritada do que com as ceras (mais até do que a cera fria de mel, que já agride menos a pele do que a cera quente, e tem recuperação boa).

O uso da luva esfoliante ajuda mesmo a pele a se recuperar e não encravar pêlos. Ela é um pouco mais áspera que aquelas buchas naturais, de feira, então não é recomendado o uso imediatamente antes ou depois da depilação.

Limpeza

Após o uso a limpeza é bem fácil. Ele vem com um pincel para ajudar a remover os pêlos que ficam em baixo da cabeça depiladora e esta ainda pode ser retirada para ser lavada em água corrente. Tanto o desencaixe como o encaixe dela são super simples, tem apenas que retirar os acessórios antes de colocar em baixo da torneira (capa redutora e pente massageador). O fato de as pinças serem de cerâmica também facilitam a limpeza e evitam inflamações, já que não tem metal em contato com a pele.

Acessórios

Kit completo Satinelle Premium

A embalagem vem com:

- Aparelho com massageador de aloe e vera;

- Capa redutora;

- Necessaire de tecido metálico;

- Carregador;

- Pincel para limpeza;

- Luva esfoliante;

- Manual de instruções.

Conclusão

Estojo do Satinelle Premium

O aparelho é bem fácil de usar. A dor não é um bicho de sete cabeças – especialmente pra quem já faz uso da cera – com a vantagem da pele recuperar mais rápido e não manchar.

O acabamento não fica perfeito, mas quase.

A facilidade de poder se depilar em casa, na hora que for mais conveniente – sem ter que depender do horário comercial – é ótima, e ainda dá pra levá-lo em viagens e não passar sufoco.

E o custo-benefício é excelente já que, uma vez que o aparelho estiver pago o gasto com depilação acaba por definitivo.

Nota 9,5.

Motorola Q11 x Nokia E71

Já escrevi o review do Motorola Q11 que a Claro me deu de presente mês passado. Mas não contei que a Claro deu de presente pro meu marido o Nokia E71. Fiquei pensando e achei interessante postar um pequeno comparativo dos aparelhos (pequeno porque, apesar de eu ter lido todo o manual do E71 e configurado o bichinho, não sou eu quem o usa todos os dias).

Então lá vamos nós:

Visual

O Motorola Q11 é moderninho, emborrachado, mais leve e maior que o Nokia E71, que é mais formal, metalizado, vem com capa de couro forrada de feltro e possui uma tira de couro linda de segurança que vai na base do celular, e não no topo, e dá mais segurança pra ele não cair nem ser roubado enquanto você fala. O visor de ambos tem tamanhos parecidos, mas o do Q11 é um pouco maior pelo aparelho ser maior. A mesma coisa em relação ao teclado. A disposição das teclas numéricas no teclado do Q11 é mais intuitiva do que a do E71. A lente da câmera de ambos é bem pequena, e o E71 conta com um “mini-espelho” pra auxiliar em fotos auto-retrato. O slot para cartão do Q11 fica ao lado do cartão SIM (a bateria tem que sair para o cartão ser removido), já no E71 o slot fica na lateral do aparelho, o que facilita muito sua retirada e leitura de cartões alheios, como de câmeras digitais (para envio de fotos, por exemplo).

Recursos e Funcionalidades

O Motorola Q11 tem sistema operacional Windows Mobile 6.1 enquanto o Nokia E71 roda Symbian. Os menus do Q11 são mais intuitivos e práticos, mas o E71 é mais rápido no processamento das atividades. Os aplicativos do Q11 são padrão Windows, enquanto o E71 tem recursos específicos, mas é aberto para instalação de aplicativos alheios, como o MSN Messenger, por exemplo. Ambos possuem aplicativos funcionais como calculadora, agenda, conversor, alarme, etc, sendo que no Q11 essas funções ficam mais acessíveis.

O E71 não possui nenhum tipo de jogo e suas personalizações são bem restritas (não dá, por exemplo, pra alterar a cor da fonte da tela inicial onde fica o relógio, então só dá pra usar papéis de parede de cor clara). O Q11 vem com os jogos bubble braker e paciência, e tem uma personalização ampla, apesar de não ser possível reordenar os ícones do menu iniciar.

O E71 é um aparelho 3G, mas também funciona no sistema Edge, enquanto o Q11 funciona apenas no Edge. Ambos funcionam bem em Wi-fi e Bluetooth, sendo que o E71 possui também Infra-vermelho.

O menu da página principal do Q11 não pode ser alterado, enquanto no E71 você pode escolher os atalhos dos aplicativos que usa mais. O relógio e os aplicativos da página principal do Q11 ficam mais visíveis do que os do E71. Os aplicativos usados no Q11 ficam abertos esperando finalização pelo gerenciador de tarefas mas, mesmo se não finalizado, uma vez encerrado ele não fica “no caminho”. No E71, os aplicativos podem ser finalizados apertando a tecla “home” por alguns segundos, mas alguns finalizam realmente quando encerrados (o que nem sempre é bom, já que você pode ter sido interrompido por uma ligação, por exemplo). O tecla menu do E71 remete à última pasta utilizada enquanto a do Q11 geralmente remete ao menu iniciar – você pode escolher a opção de direcionamento para os úlimos aplicativos utilizados.

Ambos possuem câmera de 3.0 megapixels, mas a do Q11 não chega aos pés da qualidade de imagem e de recursos do E71. Foto tirada, o E71 ainda dá a opção ainda na tela de enviar a foto imediatamente.

As caixas de som de ambos funcionam bem, os music players também, e ambos vêm com fones de ouvido com microfone, sendo que o E71 é plug mini (como de Iphone) enquanto o Q11 é plug padrão.

Bateria

A bateria do Q11 é surpreendente e dura tranquilamente 3 dias em uso normal, dois em uso intenso e 1 se o windows media player ficar ligado por muito tempo. O E71 consome mais bateria que o Q11, mas ainda sim seu tempo de duração é longo e seu carregamento rápido.

Acessórios

O Q11 vem com:

- Carregador de parede;

- Carregador veicular;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 1Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

O E71 vem com:

- Carregador de parede;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 2Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

Conclusão

Os aparelhos têm perfil distintos: o Nokia mais formal e o Motorola mais moderno, então, apesar de recursos parecidos, são aparelhos para públicos diferentes. Isso sem contar com o uso ou não da tecnologia 3G. Na balança, um perde aqui, outro ali, e os dois ficam numa média de 8,5 e valem muito a pena.

(Estou muito feliz com meu Q11 e meu marido com o E71 dele – encaixaram bem com nosso perfil. Foram ótimas aquisições.)

Review: Motorola Q11

Como eu disse no último post, estava pra pegar um celular novo e acabei decidindo pelo Motorora Q11. Então vamos a ele.

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Visual

O aparelho é tão fino quanto o Motorola V8, um pouquinho maior e ainda mais leve. Seu teclado QWERTY é de um tamanho interessante (nem tão grande que pareça uma aberração, nem tão pequeno que seja impossível digitar). Tem o verso emborrachado com uma pequena lente (da câmera de 3.0 megapixels), uma tela praticamente do mesmo tamanho da do V8 e detalhes em azul, o que quebra a monotonia e a seriedade.

Nas laterais possui entrada mini USB, controle de volume, tecla que remete à última função utilizada (muito útil) e plug padrão para fone de ouvido.

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Recursos

O Q11 não é um aparelho 3G, o que vai na contramão da tecnologia, mas que vem bem a calhar pra pessoas como eu, que não pretendem pagar a fortuna que ainda cobram pelo plano de livre acesso mas que querem ter a opção de acessar a internet se for preciso. No caso do Q11, possui conexão Edge (o 3G que não fica conectado o tempo todo) e, pra ajudar, tem conexão bluetooth e wi-fi que funcionam muito bem, obrigada.

Ele vem com Windows Mobile 6.1 e seus companheiros Internet Explorer (que teve que ser reconfigurado já que a página inicial padrão, da Claro, complica demais o básico) , MSN messenger, Windows Live, Documents to Go – um mini MS Office que lê e edita word, excel e power point de forma (bem) resumida, e também pdf – e Windows Media Player, todos sincronizáveis com o Windows do PC por software (incluso em um CD) ou por drag and drop.

Uma boa novidade é o Motonav*, um GPS bem simples e prático que não precisa de rede para funcionar (já que os mapas estão todos no cartão de memória), mas que pode ser usado online para traçar rotas mais precisas.

Por falar em cartão de memória, ele vem com um, Micro SD, de 1Gb, mas pode ser expandido para até 32Gb em Micro SD ou Micro SDHC, o que é ótimo, já que sua memória interna é quase ínfima.

Possui ainda uma agenda bacana (que coloca seus próximos compromissos visíveis na tela inicial), bloco de notas, calendário, conversor, memos de voz, despertador, Moto ID *(um identificador de músicas interessante que a Motorola já vem utilizando há algum tempo), ShoZu* (um programa que ajuda a publicar textos, fotos e vídeos em sites de relacionamento), Boingo Mobile Wi-Fi* (para conexão em pontos gratuitos da rede Boingo) e os jogos bubble braker e paciência.

(*Aparentemente a Motorola não está mais disponibilizando os aplicativos Motonav, Shozu, Moto ID e Boingo Mobile Wi-Fi junto com o aparelho. Pergunte à sua operadora antes de comprar)

Funcionalidade

Dá pra imaginar que, pra quem já está acostumado com o Windows, não fica muito difícil entender o Q11. Mas ainda assim, algumas coisas não são tão intuitivas, como por exemplo, fechar um aplicativo (não basta apenas “sair” do programa, é preciso ir no Gerenciador de Tarefas – que fica estrategicamente colocado na página principal – e encerrar um por um).

No geral ele é bastante simples e seus menus bem auto-explicativos, mas algumas facilidades que a Motorola já tinha incorporado a seus aparelhos se perderam nesse aqui. Não se pode, por exemplo, usar uma música qualquer como toque se ela não estiver na mesma pasta que os ringtones. Não seria tão mal se não fosse aquela famigerada falta de espaço interno do aparelho, logo as opções de toque diferenciais ficam bem restritas. A questão dos arquivos, aliás, não foi muito bem resolvida dentro do aparelho, mas como ele funciona facilmente no sistema drag and drop, acaba não causando grandes transtornos.

Outra coisa que a Motorola deixou passar foi a adaptação do software para todos os tipo de aparelho. Eu, que já tinha um Motorola, achei que conseguiria passar facilmente meus contatos para o Q11 via Motorola Phone Tools e me dei mal, já que ele não reconhece aparelhos tipo Q (menos mal que ambos os aparelhos tinham bluetooth e não precisei redigiar um a um).

Ainda sobre os contatos, ao se conectar no MSN messenger, ele se oferece para transferir seus contatos online para sua agente do aparelho. Outra coisa é que o formato padrão do contato é Sobrenome, Nome, que pode ser alterado (um a um) nas opções de exibição, junto com as outras vinte mil informações que podem ser adicionadas.

As configurações, num geral, são bem simples de fazer, com passo-a-passos bem explicados. O Gmail, por exemplo, pode ser configurado como conta padrão de forma extremamente rápida e tem a opção de só se conectar com a rede quando for requisitado – o que é importante pra quem não está usando wi-fi muito menos 3G. As mensagens de email vêm num formato fácil de ler e os anexos podem ser salvos no cartão de memória.

A câmera de 3.0 MPxl é que é um pouco decepcionante. Deve muito à qualidade apresentada no V8, por exemplo. Seu obturador é extremamente lento, o que faz com que, após o som de clique (que, infelizmente, não pode ser retirado, apenas modificado) o fotógrafo seja obrigado a permanecer imóvel ainda durante um tempo, para captar a imagem – o que, inevitavelmente, produz imagens borradas se os fotografados estiverem em movimento. Tem alguns recursos extras, como opção de cores e tipos de iluminação, mas nada que compense o obturador falho.

As fotos abaixo foram tiradas com ele:

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O Q11 possui ainda um viva voz potente e com som claro tanto pra quem fala quanto pra quem escuta, recurso de chamada por reconhecimento de voz que funciona otimamente e “amplificadores” bem equalizados, bons para ouvir música mesmo sem fones.

O uso do teclado é fácil (mas com alguns macetes que o manual ensina), as teclas são de bom tamanho e configuráveis a atalhos (além dos que já vem marcados no teclado).

Bateria

A bateria dele me impressionou. Como eu estava (e ainda estou) em fase de configurações e testes, passei dias usando o aparelho direto, muitas vezes com o wi-fi ou o bluetooth ligado. E a bateria aguentou firme a maratona, durando cerca de 3 dias inteiros de muita agitação. Dos aplicativos, o que descarrega mais a bateria é o Windows Media Player; fiquei usando o Excel durante horas consecutiva e ele não fez nem cócegas na bateria. O carregamento é rápido também, o que facilita muito.

A única coisa chata é retirá-la do aparelho. É a mais difícil que eu já mexi.

Acessórios

Uma das grandes vantagens da Motorola, na minha opnião, são as conexões padrão. O aparelho pode ser conectado a qualquer computador com um cabo mini USB. Os fones de ouvido de boa qualidade também são bem-vindos, já que o plug é universal (mas o fone incluso no kit funciona muito bem, de qualquer forma).

Junto do aparelho vem:

- Carregador de parede;

- Carregador veicular;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 1Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

Conclusão

O Motorola Q11 é um aparelho simples e funcional, pensado para quem gosta de tecnologia mas não quer gastar mundos e fundos nem com o aparelho nem com a conta. Até agora tem valido bem a pena. Nota 8,5.

***

ATENÇÃO:

Faça um backup de TODOS os arquivos originais do cartão de memória ANTES de começar a instalar novos arquivos – para não correr o risco de perder os arquivos de instalação e funcionamento dos aplicativos.

Se você já os perdeu ou se seu aparelho não veio com eles, infelizmente nesse caso eu não posso ajudar. EU NÃO PASSO ARQUIVOS (não adianta insistir).

Não me responsabilizo por comentários, links ou arquivos disponibilizados aqui por terceiros.

Fraquinha…


Quem?

Elisa Colepicolo, ou Lili, é blogueira desde 2003, faz de tudo um pouco mas dificilmente o que não gosta. Chegada em arte, cultura inútil e viagens. Casada, entusiasta e feliz.

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