ELISA COLEPICOLO
Descendente de italianos, letônios e alemães, nasci na Freguesia do Ó, na cidade de São Paulo e lá morei durante toda a minha infância e adolescência. Sou filha e neta de comerciantes-farmacêuticos (por parte de pai) e maquinista e dona-de-casa (por parte de mãe), então tive uma vida nem rica nem pobre mas com boa educação (em escolas particulares), e um cotidiano extremamente tranquilo, dividindo férias e finais de semana entre o litoral norte do estado (São Sebastião) e o interior (Osasco e Ibiúna).
Ainda na adolescência fiz aulas de artes, natação, ginástica olímpica, inglês e teatro – e este último acabou se tornando uma paixão irreparável.
Com 17 anos, assim que terminei o ensino médio, passei no vestibular para o curso de Museologia na UniRio e me mudei para a cidade do Rio de Janeiro, sozinha (mas com ajuda financeira dos meus pais).
Durante a faculdade fiz mais alguns cursos de interpretação, trabalhei no Museu da República e fiz alguns trabalhos na área de museologia e artes dramáticas. Morei num quarto alugado no apartamento de uns velhinhos em Copacabana e depois num micro-apartamento charmoso na Glória, de onde saí assim que terminei a faculdade, em 2004.
Assim que me formei, trabalhei como dialogue coach, como assistente de uma atriz e organizadora de acervos particulares. Me mudei para o bairro do Humaitá, para morar com meu namorado na época.
Em 2006 conheci meu vizinho de corredor, me apaixonei completamente por ele e logo nos casamos. Moramos ainda no Humaitá e eu comecei meu “negócio” de organização de acervos particulares, o Acervo em Casa.
Tenho dois sites profissionais, um de artista e outro de museóloga, além deste blog.
Sobre mim, de verdade: gosto de escrever, de microblogs a peças de teatro; vejo filmes no cinema e em casa, e leio sobre eles; amo viajar, nem que seja viagem de um dia só; sou viciada em internet desde 1996 e em blogs desde 2002; tenho lido muito no ônibus; ouço música e canto sozinha; uso guarda-chuva pra me proteger do sol; adoro puzzles e afins; meus melhores amigos estão espalhados pelo mundo; não sou de noitada nem de carnaval; gosto de dirigir com o rádio num volume bem alto – e cantando aos berros; sou vidrada em pão de queijo e cozinho pouco, mas bem; morro de preguiça de tarefas domésticas; me amarro em cultura inútil e mapas; não sou boa pra escrever sobre mim mesma.



