Não sei se é geral, mas pro Motorola Q11 a Claro não dá opções de download de jogos. Vai, até dá: dois. E eu louca pra ter bejeweled no bichinho e ele custa… 24 reais! A-hã.
Vou ter que continuar com o paciência.
Não sei se é geral, mas pro Motorola Q11 a Claro não dá opções de download de jogos. Vai, até dá: dois. E eu louca pra ter bejeweled no bichinho e ele custa… 24 reais! A-hã.
Vou ter que continuar com o paciência.
Como eu disse no último post, estava pra pegar um celular novo e acabei decidindo pelo Motorora Q11. Então vamos a ele.
Visual
O aparelho é tão fino quanto o Motorola V8, um pouquinho maior e ainda mais leve. Seu teclado QWERTY é de um tamanho interessante (nem tão grande que pareça uma aberração, nem tão pequeno que seja impossível digitar). Tem o verso emborrachado com uma pequena lente (da câmera de 3.0 megapixels), uma tela praticamente do mesmo tamanho da do V8 e detalhes em azul, o que quebra a monotonia e a seriedade.
Nas laterais possui entrada mini USB, controle de volume, tecla que remete à última função utilizada (muito útil) e plug padrão para fone de ouvido.
Recursos
O Q11 não é um aparelho 3G, o que vai na contramão da tecnologia, mas que vem bem a calhar pra pessoas como eu, que não pretendem pagar a fortuna que ainda cobram pelo plano de livre acesso mas que querem ter a opção de acessar a internet se for preciso. No caso do Q11, possui conexão Edge (o 3G que não fica conectado o tempo todo) e, pra ajudar, tem conexão bluetooth e wi-fi que funcionam muito bem, obrigada.
Ele vem com Windows Mobile 6.1 e seus companheiros Internet Explorer (que teve que ser reconfigurado já que a página inicial padrão, da Claro, complica demais o básico) , MSN messenger, Windows Live, Documents to Go – um mini MS Office que lê e edita word, excel e power point de forma (bem) resumida, e também pdf – e Windows Media Player, todos sincronizáveis com o Windows do PC por software (incluso em um CD) ou por drag and drop.
Uma boa novidade é o Motonav*, um GPS bem simples e prático que não precisa de rede para funcionar (já que os mapas estão todos no cartão de memória), mas que pode ser usado online para traçar rotas mais precisas.
Por falar em cartão de memória, ele vem com um, Micro SD, de 1Gb, mas pode ser expandido para até 32Gb em Micro SD ou Micro SDHC, o que é ótimo, já que sua memória interna é quase ínfima.
Possui ainda uma agenda bacana (que coloca seus próximos compromissos visíveis na tela inicial), bloco de notas, calendário, conversor, memos de voz, despertador, Moto ID *(um identificador de músicas interessante que a Motorola já vem utilizando há algum tempo), ShoZu* (um programa que ajuda a publicar textos, fotos e vídeos em sites de relacionamento), Boingo Mobile Wi-Fi* (para conexão em pontos gratuitos da rede Boingo) e os jogos bubble braker e paciência.
(*Aparentemente a Motorola não está mais disponibilizando os aplicativos Motonav, Shozu, Moto ID e Boingo Mobile Wi-Fi junto com o aparelho. Pergunte à sua operadora antes de comprar)
Funcionalidade
Dá pra imaginar que, pra quem já está acostumado com o Windows, não fica muito difícil entender o Q11. Mas ainda assim, algumas coisas não são tão intuitivas, como por exemplo, fechar um aplicativo (não basta apenas “sair” do programa, é preciso ir no Gerenciador de Tarefas – que fica estrategicamente colocado na página principal – e encerrar um por um).
No geral ele é bastante simples e seus menus bem auto-explicativos, mas algumas facilidades que a Motorola já tinha incorporado a seus aparelhos se perderam nesse aqui. Não se pode, por exemplo, usar uma música qualquer como toque se ela não estiver na mesma pasta que os ringtones. Não seria tão mal se não fosse aquela famigerada falta de espaço interno do aparelho, logo as opções de toque diferenciais ficam bem restritas. A questão dos arquivos, aliás, não foi muito bem resolvida dentro do aparelho, mas como ele funciona facilmente no sistema drag and drop, acaba não causando grandes transtornos.
Outra coisa que a Motorola deixou passar foi a adaptação do software para todos os tipo de aparelho. Eu, que já tinha um Motorola, achei que conseguiria passar facilmente meus contatos para o Q11 via Motorola Phone Tools e me dei mal, já que ele não reconhece aparelhos tipo Q (menos mal que ambos os aparelhos tinham bluetooth e não precisei redigiar um a um).
Ainda sobre os contatos, ao se conectar no MSN messenger, ele se oferece para transferir seus contatos online para sua agente do aparelho. Outra coisa é que o formato padrão do contato é Sobrenome, Nome, que pode ser alterado (um a um) nas opções de exibição, junto com as outras vinte mil informações que podem ser adicionadas.
As configurações, num geral, são bem simples de fazer, com passo-a-passos bem explicados. O Gmail, por exemplo, pode ser configurado como conta padrão de forma extremamente rápida e tem a opção de só se conectar com a rede quando for requisitado – o que é importante pra quem não está usando wi-fi muito menos 3G. As mensagens de email vêm num formato fácil de ler e os anexos podem ser salvos no cartão de memória.
A câmera de 3.0 MPxl é que é um pouco decepcionante. Deve muito à qualidade apresentada no V8, por exemplo. Seu obturador é extremamente lento, o que faz com que, após o som de clique (que, infelizmente, não pode ser retirado, apenas modificado) o fotógrafo seja obrigado a permanecer imóvel ainda durante um tempo, para captar a imagem – o que, inevitavelmente, produz imagens borradas se os fotografados estiverem em movimento. Tem alguns recursos extras, como opção de cores e tipos de iluminação, mas nada que compense o obturador falho.
As fotos abaixo foram tiradas com ele:
O Q11 possui ainda um viva voz potente e com som claro tanto pra quem fala quanto pra quem escuta, recurso de chamada por reconhecimento de voz que funciona otimamente e “amplificadores” bem equalizados, bons para ouvir música mesmo sem fones.
O uso do teclado é fácil (mas com alguns macetes que o manual ensina), as teclas são de bom tamanho e configuráveis a atalhos (além dos que já vem marcados no teclado).
Bateria
A bateria dele me impressionou. Como eu estava (e ainda estou) em fase de configurações e testes, passei dias usando o aparelho direto, muitas vezes com o wi-fi ou o bluetooth ligado. E a bateria aguentou firme a maratona, durando cerca de 3 dias inteiros de muita agitação. Dos aplicativos, o que descarrega mais a bateria é o Windows Media Player; fiquei usando o Excel durante horas consecutiva e ele não fez nem cócegas na bateria. O carregamento é rápido também, o que facilita muito.
A única coisa chata é retirá-la do aparelho. É a mais difícil que eu já mexi.
Acessórios
Uma das grandes vantagens da Motorola, na minha opnião, são as conexões padrão. O aparelho pode ser conectado a qualquer computador com um cabo mini USB. Os fones de ouvido de boa qualidade também são bem-vindos, já que o plug é universal (mas o fone incluso no kit funciona muito bem, de qualquer forma).
Junto do aparelho vem:
- Carregador de parede;
- Carregador veicular;
- Cabo mini USB;
- Cartão Micro SD de 1Gb;
- Fone de ouvido com microfone;
- Software para instalação.
Conclusão
O Motorola Q11 é um aparelho simples e funcional, pensado para quem gosta de tecnologia mas não quer gastar mundos e fundos nem com o aparelho nem com a conta. Até agora tem valido bem a pena. Nota 8,5.
***
ATENÇÃO:
Faça um backup de TODOS os arquivos originais do cartão de memória ANTES de começar a instalar novos arquivos – para não correr o risco de perder os arquivos de instalação e funcionamento dos aplicativos.
Se você já os perdeu ou se seu aparelho não veio com eles, infelizmente nesse caso eu não posso ajudar. EU NÃO PASSO ARQUIVOS (não adianta insistir).
Não me responsabilizo por comentários, links ou arquivos disponibilizados aqui por terceiros.
A Claro me ligou hoje (um atendente completamente mecanizado, lendo todas as informações pra mim como uma criança de 12 anos) para me dar de presente 300 reais em bônus para comprar um aparelho novo. O presente veio bem a calhar, já que eu detestei minha última aquisição, o Motorola E2, e tava mesmo pensando em trocar. Juntando esse bônus com os pontos do Claro Clube e com o desconto pelo plano pós-pago, vou ter um belo aparelho!
Daí vem a dúvida: qual aparelho pegar?
Pré-requisitos básicos: tem que ter uma boa câmera (eu perco excelentes fotos todos os dias porque não tenho uma câmera legal comigo), tem que ter wi-fi (porque eu não vou assinar o pacote de dados, mas quero poder usar a internet quando ela estiver disponível gratuitamente – o que já acontece muito) e, de preferência, editor de texto.
Andei apaixonada pela câmera inteligente de 8.0 Mpx do LG Renoir, mas ele não é dos melhores em relação a documentos. A mesma coisa acontece com o Sony Ericsson C905. Aí descobri o Motorola Q11, que é um smartphone light, mas que parece não ter uma câmera lá essas coisas. A mesma coisa acontece com a linha toda da HTC, que parece ter ótimos aparelhos… que tiram péssimas fotos. O Nokia E95 8Gb parece estranho, no meio do caminho entre um cameraphone e um smartphone – o que significa que ele é meio pato (nada, anda e voa, mas não faz nada disso direito). O E71 é um smartphone elegante, câmera 3.0 Mpx. E tem o Samsung Omnia, o que aparentemente mais me agradou até agora, com câmera 5.0 Mpx, touchscreen e editor de documentos.
Qual deles vai ser vai depender da minha barganha com o vendedor da Claro, in loco, mas já me sinto tranquila de saber que, mesmo que eles não abram mais a mão (do que já abriram), o Moto Q11 não vai ser nada mau. ;)
Sabe que eu gosto do horário de verão? Teve uma época que o César Maia queria que o Rio tivesse horário de verão durante o ano todo. Chamaram ele de maluco – sempre chamavam ele de maluco, aliás – mas eu concordei com ele. O Rio é uma cidade super turística e, se o dia durasse mais, a arrecadação aumentaria e os gastos com eletricidade da população diminuiria. É a cara do Rio ter sol até às 20h. Mas não rolou. Claro.
O HDV acabou no final de semana. E eu ainda me enrolo, hoje, segunda. Porque sempre tem um relógio que eu esqueço de atualizar. E porque eu fico esperando amanhecer e escurecer tarde. Devia ter durado, pelo menos, até o fim do carnaval, pras pessoas aproveitarem mais.
Aliás, alguém sabe dizer como são marcados o início e o começo do horário de verão?
Pra não dizer que eu só falo e não faço, taqui mais um post. Curto.
Deu vontade de escrever e abri o windows live writer sem nem pensar pra não ter possibilidade de desistir.
Bom, já que não tenho muito a falar agora – acho que não tem como eu endireitar um assunto pra esse post nessa altura – esse fica com digno representate do “pra não dizer que não falei das flores “.
(e pra coroar ainda coloquei tags novas, olha só!) ;)
Eu ando muio ausente. Eu sei disso. Tenho e não tenho motivos. Tenho trabalhado bastante, ando meio (!) doente há um mês já e a inspiração não anda ajudando. É exatamente esse último argumento que eu mesma acho furado. Porque eu nunca precise de inpiração pra escrever o que me vem na cabeça, assim, de repente. Mas acho que eu sempre me cobrei muito que meus posts fossem robustos e interessantes, por isso acabei deixando o blog um pouco de lado e me dedicando mais ao twitter e ao blip.
Mas aí eu decidi ontem, depois de pensar sobre a ausência no blog, que eu tou é de sacanagem comigo mesma. Por que é que eu não posso escrever posts curtos sobre minhas observações do dia-a-dia? A Rosana Hermann faz isso há muito tempo e eu sempre achei tão divertido!…
Resolvido. Vou (tentar) escrever mais, em posts mais curtos, mesmo que eu não tenha “profundidades” a dizer. E pronto, acabou a desculpa. ;)