Spam via Gmail

Quem me conhece sabe que eu odeio spam. Raramente mando mensagens por email que não sejam pessoais. Pois nessa madrugada invadiram minha conta no Gmail (e.colepicolo) e mandaram spam usando meu email para todos os meus muitos contatos. Isso causou o bloqueio da minha conta (por ter mandado mais de 500 mensagens suspeitas) e um mega inconveniente.

Se você recebeu um email meu esquisito, em inglês, chamado “a good website”, apague, por favor.

Quando eu tiver novidades, eu aviso.

Obrigada.

Pega Leve

Outro dia, sem querer, vi no balcão da Casa do Plástico (ou Rei do Plástico, eu nunca me lembro… ali na rua Buenos aires, no centro do Rio, sabe?) um objeto esquisitíssimo. Demorei pra entender o que era, mas quando a ficha caiu achei genial: Pega Leve – um porta-sacolas plásticas.

Nada mais é do que uma peça de plástico, com uma abertura no meio, por onde você passa as alças das sacolas. Isso faz com que o peso dissipe, seus dedos não fiquem “enforcados” e você tenha mais mobilidade para carregá-las, já que dá pra colocar todas no chão de uma vez só e depois retomá-las sem precisar caçar todas as alças de novo.

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Eu comprei dois (um pra cada mão) por R$ 0,70 cada. São pequenos, então dá pra deixar na bolsa ou na mochila (pra usar naquela compra inesperada, antes de ir pra casa – porque, pra supermercado, o ideal é sacola de nylon retornável, né?) e muito fáceis de usar. É uma mão na roda, pode ter certeza!

Eu já…

Vi isso no blog da e, apesar de ser uma dessas bobagens que não leva ninguém a lugar nenhum, deu uma vontade de fazer…

É no estilo do filme “Antes de Partir” (algum americano que fez):

1. Criou seu próprio blog.
2. Dormiu sob as estrelas. (já acampei algumas vezes e já dormi no gramado)
3. Tocou numa banda. (eu tive uma banda na adolescência)
4. Visitou o Havaí.
5. Viu uma chuva de meteoros. (vi uma série de estrelas-cadentes no Petar – é a mesma coisa?)
6. Doou mais do que podia pra caridade.
7. Foi para a Disneylândia.
8. Escalou uma montanha.
9. Segurou um louva-deus. (já segurei um mede-mede, serve? e um bicho-pau?)
10. Cantou solo. (canto todos os finais de semana, no teatro)
11. Pulou de bungee jump. (morro de vontade!)
12. Visitou Paris. (é linda!)
13. Viu uma tempestade de raios no mar. (aqui no Rio e em São Sebastião)
14. Aprendeu uma forma de arte sozinho. (pintura com pastel seco)
15. Adotou uma criança.
16. Teve infecção alimentar. (parei de comer japa por causa disso.)
17. Visitou a Estátua da Liberdade ou o Cristo Redentor. (o Cristo eu vejo todos os dias da janela da sala…)
18. Cultivou seus próprios vegetais. (a gente tinha horta no sítio e eu ajudava minha mãe)
19. Viu a Monalisa na França. (e ela é realmente impressionante!)
20. Dormiu num trem-leito. (eu viajei em um, na Alemanha, mas não dormi.)
21. Participou de uma luta de travesseiros.
22. Viajou pedindo carona. (pedia muita carona em São Sebastião…)
23. Faltou por estar doente quando não estava. (um clássico!)
24. Construiu um forte de neve.
25. Segurou um carneiro.
26. Mergulhou pelado. (já fui em praia naturista)
27. Correu uma maratona. (morro de inveja de quem corre)
28. Se escondeu em uma gôndola em Veneza.
29. Viu um eclipse total.
30. Viu o nascer e o pôr-do-sol. (muitos!)
31. Fez um home-run. (no Wii serve?)
32. Esteve em um cruzeiro. (num cruzeiro não, mas num petroleiro já!)
33. Viu as Niagara Falls ao vivo.
34. Visitou o lugar onde seus ancestrais nasceram. (essa eu quero muito fazer)
35. Viu uma comunidade Amish. (isso no interior do Brasil tem muito: caipira. :P)
36. Aprendeu uma língua nova sozinha.
37. Teve dinheiro o bastante pra ficar realmente satisfeito.
38. Viu a Torre Inclinada de Pisa.
39. Escalou nas rochas. (na praia, fiz até luau em cima do Costão de Itaquatiara, em Niterói)
40. Viu “David” de Michelangelo. (mas vi o cofrinho da Vênus de Milo, no Louvre)
41. Cantou karaokê. (tenho em casa)
42. Viu um géiser em erupção.
43. Pagou uma refeição para um estranho.
44. Visitou a África
45. Andou na praia à luz da lua.
46. Foi transportado por uma ambulância.
47. Teve um retrato seu pintado. (desenhado)
48. Pescou no alto-mar.
49. Viu a Capela Sistina.
50. Esteve no topo da Torre Eiffel em Paris. (preferi a vista da Tour Montparnasse)
51. Mergulhou ou fez snorkel.
52. Beijou na chuva.
53. Brincou na lama. (muito!)
54. Foi à um cinema drive-in.
55. Foi ao cinema.
56. Visitou a Muralha da China.
57. Abriu seu próprio negócio. (não tenho CNPJ, mas Acervo em Casa é a MINHA empresa!)
58. Teve aula de artes marciais. (Krav Magá)
59. Visitou a Rússia.
60. Trabalhou em uma cozinha do sopão.
61. Vendeu biscoitos de escoteiras.
62. Admirou as baleias. (antigamente tinha show de baleias no Playcenter)
63. Ganhou flores sem motivo. (meu marido é expert nisso)
64. Doou sangue. (eu queria, mas a enfermeira não deixou…)
65. Pulou de pára-quedas. (quero muito!)
66. Visitou um campo de concentração nazista.
67. Teve um cheque devolvido.
69. Salvou um brinquedo de infância. (tenho um ursinho que tem 23 anos)
70. Visitou o Lincoln Memorial.
71. Comeu caviar. (não é nada demais)
72. Fez um quilt.
73. Foi até Times Square.
74. Conheceu os Everglades.
75. Foi demitido.
76. Assistiu a mudança de guardas em Londres. (assisti a mudança da guarda do Castelo de Praga, serve?)
77. Quebrou um osso.
78. Andou em uma motocicleta de corrida.
79. Viu Grand Canyon ao vivo.
80. Publicou um livro.
81. Vistou o Vaticano.
82. Comprou um carro zero.
83. Andou em Jerusalém.
84. Teve uma foto sua no jornal.
85. Leu a Bíblia inteira. (essa eu provavelmente nunca vou fazer)
86. Visitou a Casa Branca.
87. Matou e preparou um animal para comer. (peixe)
88. Teve catapora. (não lembro…)
89. Salvou a vida de alguém. (uma amiga com crise séria de asma, que tava sem a bombinha)
90. Participou de um júri.
91. Conheceu alguém famoso.
92. Participou de um clube do livro.
93. Perdeu um ente querido.
94. Teve um bebê.
95. Viu o Alamo ao vivo.
96. Nadou no Great Salt Lake.
97. Processou alguém ou foi processado.
98. Teve um celular.
99. Foi picado por uma abelha.
100. Foi ao Canal do Panamá.

Vou te dizer que qualquer hora vou fazer outra dessa mas com as coisas que eu quero de verdade.

Um Lobo Nada Mau

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Re-estreou nesse final de semana (16 de maio) o musical infantil “UM LOBO NADA MAU”, de Roberto Athayde, no Teatro do Shopping Fashion Mall (e adivinha quem está no elenco?).

A peça é sobre uma garotinha que, após ficar no quarto escuro com os bichos malvados imaginários como castigo por ter beijado o focinho de seu cachorro, é salva por uma fada moderna que a leva para conhecer como são os bichos de verdade, livres, do Pantanal.

A direção é da Marília Pera e o elenco é formado por Ricardo Graça Mello, Maria Lucia Priolli, Roberta Rique, Claudio Gardin, Tatiana Athie, Elisa Colepicolo (!), Rafael Durand, Celio Rentroya, entre outros.

Arrume uma criança pra levar como desculpa e vá se divertir! ;)

Quarto Escuro_3

(Nas fotos: Ricardo e Roberta; Tatiana e eu)

 

 

UM LOBO NADA MAU

De Roberto Athayde

Direção Marília Pera

Teatro do Shopping Fashion Mall – São Conrado – Rio de Janeiro

Sábados, Domingos e Feriados – 17h.

Windows Live One Care

Se você usa MSN Messenger e Orkut é bem provável que já tenha pego um daqueles vírus insuportáveis que mandam mensagens, sem que você saiba, para todos os seus contatos. E se já pegou, deve saber bem o quão resistentes aos anti-vírus eles são. Eu, mesmo com o AVG 8 atualizado diariamente e o Spybot fazendo varreduras constantes, não conseguia de jeito nenhum me livrar de um desses  malditos que me veio via MSN Messenger.

Foi quando eu descobri o Windows Live One Care.

Windows Live One Care é uma varredura disponibilizada gratuitamente pela Microsoft para todos os tipos de Windows. Ele faz proteção, limpeza e ajustes -  verifica e remove vírus, limpa o lixo em seu disco rígido e melhora o desempenho do seu PC. E assim manda embora os vírus mais resistentes, daqueles que passam brincando pelos anti-vírus padrão.

O melhor é que não é preciso instalar nada: você entra na página, clica em “verificação completa” e ele faz o resto. E ainda tem a possibilidade de escolher se quer fazer a verificação completa, só a proteção, a limpeza ou os ajustes. O único detalhe é que ele só funciona no navegador Internet Explorer.

Se prepare pois a varredura demora, mas vale a pena.

Ai, meu coração!…

Outro dia vi na tevê a atriz Renata Dominguez dizendo que teve síndrome do pânico, fez tratamento (medicamentos e terapia) e que – ainda bem – tinha se curado. Mas o que me chamou atenção foi ela contando como tudo começou: taquicardia.

Lembrei imediatamente do meu cardiologista, Dr. Wellington Ferreira. Por que eu tenho um cardiologista? Exatamente porque eu comecei a sentir umas taquicardias diferentes, como se o coração batesse na garganta. Fora minha pressão que é naturalmente baixa, e uma série de sensações de cansaço e indisposição que eu sentia.

Fiz um eletro e ele me mandou fazer um teste ergométrico (aquele de correr na esteira) e um ecocardiograma. O primeiro não deu nada, o segundo também não. Mas o eco!… Bingo! Eu tenho prolapso da válvula mitral e insuficiência valvular leve.

É meio assustador saber que se tem algo no coração, mas o médico tratou de me acalmar: nada mais é do que uma imperfeição em uma das válvulas do meu coração que faz com que ela não se feche corretamente e passe um pouco de sangue quando ela deveria estar fechada. Nasci com isso, vou morrer com isso mas não vou morrer disso. E o médico falou que essa coisa toda que eu sentia era exatamente por causa do tal prolapso – que é muito mais comum do que a gente imagina.

Tente imaginar uma mulher branca, magra, ansiosa demais, irritadiça? Ela provavelmente tem prolapso. Acredite se quiser.

As consequências disso são quase nulas, a pessoa só tem que aprender que o ritmo dela para esforços físicos é diferente do das outras pessoas e que, de vez em quando, ela pode ter taquicardias. E aí é que entra o link com o primeiro parágrafo: como é o biotipo da atriz comentada mesmo?…

Ele disse que é comum pessoas com prolapso desenvolverem síndrome do pânico porque confundem a taquicardia da doença com a sensação de medo. Especialmente as pessoas que não sabem que tem prolapso, acham que estão em perigo por não saberem que o coração delas é que não está funcionando direito. Ou seja, é alarme falso e a cabeça nessas horas faz toda a diferença: se a pessoa sabe que a taquicardia está relacionada com o problema no coração só tem que controlar a cabeça pra não se deixar cair na arapuca do medo. E, te garanto, que ajuda muito.

Por que eu tou contando tudo isso? Eu não sou médica, tou longe disso, mas depois da tal entrevista fiquei pensando quantas pessoas poderiam poupar dinheiro, qualidade de vida e tempo (fora não ter que tomar os viciantes remédios tarja preta), se essa informação fosse mais divulgada? Talvez a Renata Dominguez tenha apenas prolapso e a síndrome do pânico seja só consequência de como a cabeça dela tenha interpretado as taquicardias. Vai saber?

Moral da história: tá com taquicardia? Vá a um cardiologista antes de ir ao psiquiatra. Pra mim funcionou.

Etna

Eu sempre adorei decoração. Sempre, desde criança. Minha mãe comprava revistas e eu ficava folheando, vendo aquele monte de casa diferentes, lindas. E, de vez em quando, a gente ia ao Lar Center, em São Paulo, olhar a Tok & Stok. Só olhar, porque ela era muito cara pros nossos padrões. E era tudo tão lindo…

Já no Rio, meu primeiro salário (de estagiária ainda) eu usei pra comprar uma cama de casal estilo japa, da Tok & Stok. Ela era linda, cara, mas necessária no meu apartamentinho pequeno e charmoso na Glória. Mas foi só isso que eu comprei durante um bom tempo.

Aí, há um pouco mais de um ano, minha irmã me contou de uma outra loja – a Etna -, no mesmo estilo (móveis e objetos estilosos, de design funcionais  e “simples”) que tinha aberto em São Paulo. E melhor, mais barata.

Obviamente eu e meu marido gastamos uma grana lá já que estávamos justamente montando nosso apartamento. Mas não deu pra comprar muita coisa já que a loja ficava em São Paulo e nós, no Rio.

etna

Mas… não é que abriu – não faz muito tempo – na Av. Ayrton Senna, na Barra, uma loja enorme e linda da Etna? São móveis, tapeçaria, cama-mesa-e-banho, utensílios, iluminação, objetos de decoração… tudo pra quem gosta de uma casa de revista!

Vale a pena dar um pulo lá (mas cuidado com as tentações)!

(e uma dica: se você for na hora do almoço, eles têm um restaurante ótimo – e barato)

Cheira a espírito adolescente

Quando eu entrei na adolescência o Nirvana entrou na minha vida. Inicialmente por culpa da MTV, claro – a grande responsável nos anos 90 pela educação musical da galera. Mas eu fiquei tão fã de Nirvana que fui muito, mas muito além do que a MTV podia me dar.

Na época ainda do Nevermind fui atrás do primeiro disco da banda, Bleach, praticamente desconhecido do grande público. E ia completando a coleção imediatamente enquanto os discos iam saindo. Logo, tenho Incesticide, por exemplo, em vinil, e mais um monte de shows da banda ao redor do mundo -  gravados em k7 por um amigo que trabalhava numa loja da Galeria do Rock – dos trocentos CDs alternativos (pra não dizer “piratas”, a maioria italiano) que apareciam por lá. Alguns desses CDs eu consegui comprar, como um box de 3 CDs e um livro, recheados de versões e fotos raras. Além do single de Smells Like Teen Spirit, trazido dos Estados Unidos pelo então namorado da minha irmã que sabia da minha coleção (e que numa outra viagem me trouxe o primeiro single da banda recém-formada de David Grohl, um então desconhecido Foo Fighters).

Mas minha coleção não se limitava a discos. Comecei, de repente, a colecionar reportagens e recortes, dos mais variados. Tinha desde a manchete do finado “Notícias Populares” alardando o suicídio de Kurt Cobain até a segunda revista “Rolling Stones”, cuja capa era um contraponto da primeira, com o trio vestido de terno e gravata. Tudo o que eu achava ia guardando, até que completei duas pastas-fichário grandes.

E foi então que eu parei. Parei porque não tinha mais Nirvana. Porque não tinha mais por que continuar colecionando o que não sairia mais. Porque aquela rebeldia grunge, que pautou toda a minha adolescência, uma hora se transformou de outra coisa – nem sei dizer exatamente em quê – e, quando eu vi, não usava mais cabelo raspado nem roupas rasgadas. E as pastas foram pro armário e os discos, que não saiam do rádio, foram pra prateleira.

Mas percebo que, por mais que eu tenha “parado” com Nirvana na minha vida, ele foi realmente importante pra mim. Porque eu era uma garota tímida, da periferia, que não sabia se expressar, que passava pela fase mais conturbada da vida de todo mundo – a adolescência – sem me encaixar em grupo nenhum, sem ser a melhor nem a mais bonita ou a mais inteligente. E acredito que, pra toda a geração anos 90, era isso que o Nirvana representava: até o que não se encaixa tem o seu lugar.

Gostos à parte, Nirvana foi um marco. O Grunge foi um marco. E quem não entende isso não entede os anos 90.

Faz parte do jogo

Na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, eu estava na Europa. Pra todo lado o que se via era a euforia dos fãs do futebol e, especialmente, a esperança na seleção brasileira. Camisetas do Ronaldinho Gaúcho eram as mais comuns vestindo gringos de todas as partes do mundo.

Nos primeiros jogos eu estava em Praga e, pra comemorar sua primeira participação em uma Copa, o Governo instalou um telão bem na praça principal da cidade velha, onde todos os torcedores se reuniam para ver os jogos, sentados no chão. E o que mais me chamou atenção foi o clima de paz entre as torcidas. Respeitoso mesmo. Porque, no final do jogo, rivalidades à parte, todo mundo é torcedor, certo?

Foi por isso que nunca mais esqueci o comercial da Carlsberg, cerveja dinamarquesa vendida em toda a Europa, que foi veiculado na época. O tema – “Carlsberg: part of the game” – tem tudo a ver com esse clima de “no final somos todos iguais” e, pra quem gosta de diversidades culturais, é um barato pra comparar.

(E só dá pra ter certeza que os caras não tão enrolando a língua e falando qualquer bobagem porque tem um brasileiro ali, falando português, senão eu ia jurar que era mentira!)

Rap 10

Quando eu fui morar sozinha eu descobri a pizza de frigideira (uma massa de pizza bem fininha que você coloca numa frigideira com molho e coberturas, tampa – pra derreter o queijo – e em 5 minutos ela está pronta e crocante). Comi muito disso, mas um dia enjoou – acho que por ser sempre pizza.

Aí, um dia, minha mãe comentou comigo de um pão de frigideira, mas foi um amigo quem me apresentou de verdade a novidade, me dando um pacote.

Rap10

O Rap 10 é um pão fininho (mistura de pão árabe com indiano), que pode ser comido “cru” ou frito, com o recheio que você preferir. Lembra muito a pizza de frigideira – até porque depois de quente fica bem crocante e saboroso – mas a vantagem é que é pão, então não depende de molho e queijo (o que é ótimo pra quem tem restrições alimentares, como eu).

O fabricante (Pullman) disponibiliza o Rap 10 na versão normal e na light – com 50% menos gordura – e um site com dicas e receitas bem fáceis e interessantes.

Custa aproximadamente R$ 4,35 o pacote e pode ser encontrado em qualquer supermercado e em algumas padarias.

Prove, invente uma receita e depois me conta, tá?

Extreme Makeover

Tou querendo ficar ruiva. Ruiva, ruiva mesmo. Tipo cabelo cor de cobre, entre o loiro e o vermelho. Eu sei que não vai ficar estranho porque meus primos são ruivos e eu sou branca com sardinhas – típico de quem nasce com as madeixas cor-de-fogo.

Aí, pra testar, fui num desses sites (existem milhões deles hoje em dia) onde você pode testar como ficam cortes e cores na sua carinha linda. Claro que são cabelos produzidos (neste caso, de "estrelas de Hollywood"), então não é o look que vai ser no dia-a-dia, mas dá pra ter uma boa idéia. Eu gostei. E se duvidar, ainda essa semana, posto uma foto de verdade, sem montagem. Será?

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01/abr (não é mentira)

Tou desistindo da transformação – é que sai muito caro fazer esse tipo de coisa e, pior ainda, manter. Num outro momento, quando eu estiver mais “abastada”, ou arrumar uma amiga cabeleireira, eu faço. Sem dó.

In memoriam

Acabei de descobrir que meu primeiro blog, o Efeitos Colaterais, (inativo há séculos, obviamente) foi tirado do ar pelo Terra. Uma pena. Não que eu fosse postar lá novamente – o passado passou – mas era legal saber que ele estava ali, como um fóssil de dinossauro. Meu dinossauro pessoal.

Que descanse em paz.

Evoluindo ou Sinal dos tempos

Eu não tenho o hábito de falar de religião. Porque religião é igual futebol: cada um tem uma opinião e geralmente não está disposto a mudar. E até porque eu sou uma grande curiosa sobre religião: é só er alguém explicando uma doutrina ou ver uma porta de templo aberta que eu páro pra conhecer. Já fui em Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Católica Ortodoxa, Igreja Protestante, Igreja Presbiteriana, Igreja Evangélica, Templo Hare Krshna, Templo Budista, Mesquita, Encontro Espírita, Soka Gakkai. Ainda quero ir numa Sinagoga (precisa ser convidado), num terreiro de Umbanda e num de Candomblé. Enfim, tolerância religiosa é o que há. Ou melhor, tolerância é o que há.

E foi bem por isso que eu adorei quando recebi por email o texto abaixo. Mais do que sobre religião, ele é sobre tolerância e evolução da humanidade. Segue:

**

DÚVIDAS BÍBLICAS

Laura Schlessinger é uma conhecida locutora de rádio nos Estados Unidos.
Ela tem um desses programas interativos que dá respostas e conselhos aos ouvintes que a chamam ao telefone.
Recentemente, perguntada sobre a homossexualidade, a locutora disse que se trata de uma abominação, pois assim a Bíblia o afirma no livro de Levítico 18:22.
Um ouvinte então escreveu-lhe uma carta que segue abaixo:
“Querida Dra. Laura:
Muito obrigado por se esforçar tanto para educar as pessoas segundo a Lei de Deus.
Eu mesmo tenho aprendido muito no seu programa de rádio e desejo compartilhar meus conhecimentos com o maior número de pessoas possível.
Por exemplo, quando alguém se põe a defender o estilo homossexual de vida eu me limito a lembrar-lhe que o livro de Levítico, no capítulo 18, verso 22, estabelece claramente que a homossexualidade é uma abominação.
E ponto final.
Mas, de qualquer forma, necessito de alguns conselhos adicionais de sua parte a respeito de outras leis bíblicas concretamente e sobre a forma de cumpri-las:
1) Gostaria de vender minha filha como serva, tal como indica o livro de Êxodo, 21:7.
Nos tempos em que vivemos, na sua opinião, qual seria o preço adequado?
2) O livro de Levítico 25:44 estabelece que posso possuir escravos, tanto homens quanto mulheres, desde que sejam adquiridos de países vizinhos. Um amigo meu afirma que isso só se aplica aos mexicanos, mas não aos canadenses. Será que a senhora poderia esclarecer esse ponto?
Por que não posso possuir escravos canadenses?
3) Sei que não estou autorizado a ter qualquer contato com mulher alguma no seu período de impureza menstrual ( Lev. 18:19, 20:18 etc. ).
O problema que se coloca é o seguinte: como posso saber se as mulheres estão menstruadas ou não? Tenho tentado perguntar-lhes, mas muitas mulheres são tímidas e outras se sentem ofendidas.
4) Tenho um vizinho que insiste em trabalhar no sábado. O livro de Êxodo 35:2 claramente estabelece que quem trabalha nos sábados deve receber a pena de morte. Isso quer dizer que eu, pessoalmente, sou obrigado a matá-lo? Será que a senhora poderia, de alguma maneira, aliviar-me dessa obrigação aborrecida?
5) No livro de Levítico 21:18-21 está estabelecido que uma pessoa não pode se aproximar do altar de Deus se tiver algum defeito na vista. Preciso confessar que eu preciso de óculos para ver. Minha acuidade visual tem de ser 100% para que eu me aproxime do altar de Deus? Será que se pode abrandar um pouco essa exigência?
6) A maioria dos meus amigos homens tem o cabelo bem cortado, muito embora isto esteja claramente proibido em Levítico 19:27.
Como é que eles devem morrer?
7) Eu sei, graças a Levítico 11:6-8, que quem tocar a pele de um porco morto fica impuro.
Acontece que eu jogo futebol americano, cujas bolas são feitas com pele de porco. Será que me será permitido continuar a jogar futebol americano se eu usar luvas?
8) Meu tio tem uma granja. Ele deixa de cumprir o que diz Levítico 19:19, pois planta dois tipos diferentes de sementes no mesmo campo, e também deixa de cumprir a sua mulher, que usa roupas de dois tecidos diferentes, a saber, algodão e poliéster. Além disso, ele passa o dia proferindo blasfêmias e se maldizendo. Será que é necessário levar a cabo o complicado procedimento de reunir todas as pessoas da vila para apedrejá-lo? Não poderíamos adotar um procedimento mais simples, qual seja o de queimá-lo numa reunião privada, como se faz com um homem que dorme com a sua sogra, ou uma mulher que dorme com o seu sogro (Levítico 20:14)?
Sei que a senhora estudou estes assuntos com grande profundidade de forma que confio plenamente na sua ajuda.
Obrigado novamente por recordar-nos que a Palavra de Deus é eterna e imutável.”

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Aos religiosos (Cristãos, provavelmente) estressadinhos de plantão, já aviso: comentários agressivos vão ser excluídos. Então espero que você tire algo bom desse texto.

Motorola Q11 x Nokia E71

Já escrevi o review do Motorola Q11 que a Claro me deu de presente mês passado. Mas não contei que a Claro deu de presente pro meu marido o Nokia E71. Fiquei pensando e achei interessante postar um pequeno comparativo dos aparelhos (pequeno porque, apesar de eu ter lido todo o manual do E71 e configurado o bichinho, não sou eu quem o usa todos os dias).

Então lá vamos nós:

Visual

O Motorola Q11 é moderninho, emborrachado, mais leve e maior que o Nokia E71, que é mais formal, metalizado, vem com capa de couro forrada de feltro e possui uma tira de couro linda de segurança que vai na base do celular, e não no topo, e dá mais segurança pra ele não cair nem ser roubado enquanto você fala. O visor de ambos tem tamanhos parecidos, mas o do Q11 é um pouco maior pelo aparelho ser maior. A mesma coisa em relação ao teclado. A disposição das teclas numéricas no teclado do Q11 é mais intuitiva do que a do E71. A lente da câmera de ambos é bem pequena, e o E71 conta com um “mini-espelho” pra auxiliar em fotos auto-retrato. O slot para cartão do Q11 fica ao lado do cartão SIM (a bateria tem que sair para o cartão ser removido), já no E71 o slot fica na lateral do aparelho, o que facilita muito sua retirada e leitura de cartões alheios, como de câmeras digitais (para envio de fotos, por exemplo).

Recursos e Funcionalidades

O Motorola Q11 tem sistema operacional Windows Mobile 6.1 enquanto o Nokia E71 roda Symbian. Os menus do Q11 são mais intuitivos e práticos, mas o E71 é mais rápido no processamento das atividades. Os aplicativos do Q11 são padrão Windows, enquanto o E71 tem recursos específicos, mas é aberto para instalação de aplicativos alheios, como o MSN Messenger, por exemplo. Ambos possuem aplicativos funcionais como calculadora, agenda, conversor, alarme, etc, sendo que no Q11 essas funções ficam mais acessíveis.

O E71 não possui nenhum tipo de jogo e suas personalizações são bem restritas (não dá, por exemplo, pra alterar a cor da fonte da tela inicial onde fica o relógio, então só dá pra usar papéis de parede de cor clara). O Q11 vem com os jogos bubble braker e paciência, e tem uma personalização ampla, apesar de não ser possível reordenar os ícones do menu iniciar.

O E71 é um aparelho 3G, mas também funciona no sistema Edge, enquanto o Q11 funciona apenas no Edge. Ambos funcionam bem em Wi-fi e Bluetooth, sendo que o E71 possui também Infra-vermelho.

O menu da página principal do Q11 não pode ser alterado, enquanto no E71 você pode escolher os atalhos dos aplicativos que usa mais. O relógio e os aplicativos da página principal do Q11 ficam mais visíveis do que os do E71. Os aplicativos usados no Q11 ficam abertos esperando finalização pelo gerenciador de tarefas mas, mesmo se não finalizado, uma vez encerrado ele não fica “no caminho”. No E71, os aplicativos podem ser finalizados apertando a tecla “home” por alguns segundos, mas alguns finalizam realmente quando encerrados (o que nem sempre é bom, já que você pode ter sido interrompido por uma ligação, por exemplo). O tecla menu do E71 remete à última pasta utilizada enquanto a do Q11 geralmente remete ao menu iniciar – você pode escolher a opção de direcionamento para os úlimos aplicativos utilizados.

Ambos possuem câmera de 3.0 megapixels, mas a do Q11 não chega aos pés da qualidade de imagem e de recursos do E71. Foto tirada, o E71 ainda dá a opção ainda na tela de enviar a foto imediatamente.

As caixas de som de ambos funcionam bem, os music players também, e ambos vêm com fones de ouvido com microfone, sendo que o E71 é plug mini (como de Iphone) enquanto o Q11 é plug padrão.

Bateria

A bateria do Q11 é surpreendente e dura tranquilamente 3 dias em uso normal, dois em uso intenso e 1 se o windows media player ficar ligado por muito tempo. O E71 consome mais bateria que o Q11, mas ainda sim seu tempo de duração é longo e seu carregamento rápido.

Acessórios

O Q11 vem com:

- Carregador de parede;

- Carregador veicular;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 1Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

O E71 vem com:

- Carregador de parede;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 2Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

Conclusão

Os aparelhos têm perfil distintos: o Nokia mais formal e o Motorola mais moderno, então, apesar de recursos parecidos, são aparelhos para públicos diferentes. Isso sem contar com o uso ou não da tecnologia 3G. Na balança, um perde aqui, outro ali, e os dois ficam numa média de 8,5 e valem muito a pena.

(Estou muito feliz com meu Q11 e meu marido com o E71 dele – encaixaram bem com nosso perfil. Foram ótimas aquisições.)

Provas do crime

Pra ninguém dizer que é implicância minha, aí estão as fotos da rua Humaitá e seus entornos ontem:

Cruzamento da Macedo Sobrinho com a Humaitá - note que a faixa reversível está vazia enquanto as duas sentido Botafogo estão paradas.

Cruzamento da Macedo Sobrinho com a Humaitá - note que a faixa reversível está vazia enquanto as duas sentido Botafogo estão paradas.

Esquina da Macedo Sobrinho com a Visconde Silva - parada, como sempre.

Esquina da Macedo Sobrinho com a Visconde Silva - parada, como sempre.

Esquina da Visconde Silva com a Humaitá bem no final da faixa, em frente à Miguel Pereira - note que a faixa está vazia (a não ser pelo táxi que atropelou um pedestre)

Esquina da Visconde Silva com a Humaitá (parada) bem no final da faixa, em frente à Miguel Pereira - note que a faixa está vazia (a não ser pela ambulância e pelo táxi que atropelou um pedestre)

Faixa no Humaitá pra quê?

Remendo

Hoje a CET-Rio botou pra funcionar a nova faixa reversível da cidade, na Rua Humaitá. Ela começa na altura do Largo dos Leões, na Rua São Clemente, e vai até a rua Humaitá na altura da rua Miguel Pereira – sentido Jd. Botânico. Segundo eles, a reversão foi planejada para desafogar o congestionamento da rua São Clemente no horário do rush (das 17h às 20h).

Obviamente não foi isso o que aconteceu.

Quem mora ou conhece um pouquinho mais o bairro do Humaitá sabe que ela sofre dois estreitamentos críticos: um no final da rua São Clemente, quando ela vira rua Humaitá (que é bem onde congestiona); e outro na bifurcação da rua Humaitá com Visconde Silva, onde o trânsito da Lagoa, Jd. Botânico, Rebouças e Fonte da Saudade desembocam para distribuir motoristas que vão pra Botafogo tanto pela rua Voluntários da Pátria como pela rua Visconde Silva. E é exatamente aí que está o erro da CET-Rio: acreditar que esse trânsito, que vem de quatro vias diferentes, é menos intenso que o da São Clemente.

Foi exatamente o que aconteceu hoje, logo no primeiro dia de aplicação da faixa reversível. Congestionamentos enormes nas quatro vias que desembocam na rua Humaitá, já que esta afunilou nesse sentido (Lagoa-Botafogo) para apenas duas faixas. Fora um atropelamento justamente na faixa reversível.

A CET-Rio alega que os carros que seguem para Botafogo devem desviar para a rua Visconde Silva. Mas esquecem que a continuação dela, a rua Pinheiro Guimarães, também sofre neste horário devido a saída do túnel velho de Copacabana e ao acesso à rua Mena Barreto pela rua São João Batista, ali logo em frente ao cemitério.

Fica claro com isso que a Prefeitura está apenas tapando o sol com a peneira, já que não há outra saída para o bairro de Botafogo que não seja a melhoria dos transportes públicos, em especial a tão prometida linha de metrô Botafogo-Gávea – que, aparentemente, foi riscada dos planos da cidade.

Enquanto isso a gente torce para que a CET-Rio perceba o grande erro que cometeu e acabe com esse nó que eles criaram na rua Humaitá.

O caos do Humaitá

O caos do Humaitá

No mapa:

em azul – o trânsito sentido rebouças que levou à faixa reversiva;

em vermelho – a tal faixa reversiva;

em laranja – o congestionamento gerado pela tal da reversão.

Jogos para smartphone

Não sei se é geral, mas pro Motorola Q11 a Claro não dá opções de download de jogos. Vai, até dá: dois. E eu louca pra ter bejeweled no bichinho e ele custa… 24 reais! A-hã.

Vou ter que continuar com o paciência.

Review: Motorola Q11

Como eu disse no último post, estava pra pegar um celular novo e acabei decidindo pelo Motorora Q11. Então vamos a ele.

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Visual

O aparelho é tão fino quanto o Motorola V8, um pouquinho maior e ainda mais leve. Seu teclado QWERTY é de um tamanho interessante (nem tão grande que pareça uma aberração, nem tão pequeno que seja impossível digitar). Tem o verso emborrachado com uma pequena lente (da câmera de 3.0 megapixels), uma tela praticamente do mesmo tamanho da do V8 e detalhes em azul, o que quebra a monotonia e a seriedade.

Nas laterais possui entrada mini USB, controle de volume, tecla que remete à última função utilizada (muito útil) e plug padrão para fone de ouvido.

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Recursos

O Q11 não é um aparelho 3G, o que vai na contramão da tecnologia, mas que vem bem a calhar pra pessoas como eu, que não pretendem pagar a fortuna que ainda cobram pelo plano de livre acesso mas que querem ter a opção de acessar a internet se for preciso. No caso do Q11, possui conexão Edge (o 3G que não fica conectado o tempo todo) e, pra ajudar, tem conexão bluetooth e wi-fi que funcionam muito bem, obrigada.

Ele vem com Windows Mobile 6.1 e seus companheiros Internet Explorer (que teve que ser reconfigurado já que a página inicial padrão, da Claro, complica demais o básico) , MSN messenger, Windows Live, Documents to Go – um mini MS Office que lê e edita word, excel e power point de forma (bem) resumida, e também pdf – e Windows Media Player, todos sincronizáveis com o Windows do PC por software (incluso em um CD) ou por drag and drop.

Uma boa novidade é o Motonav*, um GPS bem simples e prático que não precisa de rede para funcionar (já que os mapas estão todos no cartão de memória), mas que pode ser usado online para traçar rotas mais precisas.

Por falar em cartão de memória, ele vem com um, Micro SD, de 1Gb, mas pode ser expandido para até 32Gb em Micro SD ou Micro SDHC, o que é ótimo, já que sua memória interna é quase ínfima.

Possui ainda uma agenda bacana (que coloca seus próximos compromissos visíveis na tela inicial), bloco de notas, calendário, conversor, memos de voz, despertador, Moto ID *(um identificador de músicas interessante que a Motorola já vem utilizando há algum tempo), ShoZu* (um programa que ajuda a publicar textos, fotos e vídeos em sites de relacionamento), Boingo Mobile Wi-Fi* (para conexão em pontos gratuitos da rede Boingo) e os jogos bubble braker e paciência.

(*Aparentemente a Motorola não está mais disponibilizando os aplicativos Motonav, Shozu, Moto ID e Boingo Mobile Wi-Fi junto com o aparelho. Pergunte à sua operadora antes de comprar)

Funcionalidade

Dá pra imaginar que, pra quem já está acostumado com o Windows, não fica muito difícil entender o Q11. Mas ainda assim, algumas coisas não são tão intuitivas, como por exemplo, fechar um aplicativo (não basta apenas “sair” do programa, é preciso ir no Gerenciador de Tarefas – que fica estrategicamente colocado na página principal – e encerrar um por um).

No geral ele é bastante simples e seus menus bem auto-explicativos, mas algumas facilidades que a Motorola já tinha incorporado a seus aparelhos se perderam nesse aqui. Não se pode, por exemplo, usar uma música qualquer como toque se ela não estiver na mesma pasta que os ringtones. Não seria tão mal se não fosse aquela famigerada falta de espaço interno do aparelho, logo as opções de toque diferenciais ficam bem restritas. A questão dos arquivos, aliás, não foi muito bem resolvida dentro do aparelho, mas como ele funciona facilmente no sistema drag and drop, acaba não causando grandes transtornos.

Outra coisa que a Motorola deixou passar foi a adaptação do software para todos os tipo de aparelho. Eu, que já tinha um Motorola, achei que conseguiria passar facilmente meus contatos para o Q11 via Motorola Phone Tools e me dei mal, já que ele não reconhece aparelhos tipo Q (menos mal que ambos os aparelhos tinham bluetooth e não precisei redigiar um a um).

Ainda sobre os contatos, ao se conectar no MSN messenger, ele se oferece para transferir seus contatos online para sua agente do aparelho. Outra coisa é que o formato padrão do contato é Sobrenome, Nome, que pode ser alterado (um a um) nas opções de exibição, junto com as outras vinte mil informações que podem ser adicionadas.

As configurações, num geral, são bem simples de fazer, com passo-a-passos bem explicados. O Gmail, por exemplo, pode ser configurado como conta padrão de forma extremamente rápida e tem a opção de só se conectar com a rede quando for requisitado – o que é importante pra quem não está usando wi-fi muito menos 3G. As mensagens de email vêm num formato fácil de ler e os anexos podem ser salvos no cartão de memória.

A câmera de 3.0 MPxl é que é um pouco decepcionante. Deve muito à qualidade apresentada no V8, por exemplo. Seu obturador é extremamente lento, o que faz com que, após o som de clique (que, infelizmente, não pode ser retirado, apenas modificado) o fotógrafo seja obrigado a permanecer imóvel ainda durante um tempo, para captar a imagem – o que, inevitavelmente, produz imagens borradas se os fotografados estiverem em movimento. Tem alguns recursos extras, como opção de cores e tipos de iluminação, mas nada que compense o obturador falho.

As fotos abaixo foram tiradas com ele:

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O Q11 possui ainda um viva voz potente e com som claro tanto pra quem fala quanto pra quem escuta, recurso de chamada por reconhecimento de voz que funciona otimamente e “amplificadores” bem equalizados, bons para ouvir música mesmo sem fones.

O uso do teclado é fácil (mas com alguns macetes que o manual ensina), as teclas são de bom tamanho e configuráveis a atalhos (além dos que já vem marcados no teclado).

Bateria

A bateria dele me impressionou. Como eu estava (e ainda estou) em fase de configurações e testes, passei dias usando o aparelho direto, muitas vezes com o wi-fi ou o bluetooth ligado. E a bateria aguentou firme a maratona, durando cerca de 3 dias inteiros de muita agitação. Dos aplicativos, o que descarrega mais a bateria é o Windows Media Player; fiquei usando o Excel durante horas consecutiva e ele não fez nem cócegas na bateria. O carregamento é rápido também, o que facilita muito.

A única coisa chata é retirá-la do aparelho. É a mais difícil que eu já mexi.

Acessórios

Uma das grandes vantagens da Motorola, na minha opnião, são as conexões padrão. O aparelho pode ser conectado a qualquer computador com um cabo mini USB. Os fones de ouvido de boa qualidade também são bem-vindos, já que o plug é universal (mas o fone incluso no kit funciona muito bem, de qualquer forma).

Junto do aparelho vem:

- Carregador de parede;

- Carregador veicular;

- Cabo mini USB;

- Cartão Micro SD de 1Gb;

- Fone de ouvido com microfone;

- Software para instalação.

Conclusão

O Motorola Q11 é um aparelho simples e funcional, pensado para quem gosta de tecnologia mas não quer gastar mundos e fundos nem com o aparelho nem com a conta. Até agora tem valido bem a pena. Nota 8,5.

***

ATENÇÃO:

Faça um backup de TODOS os arquivos originais do cartão de memória ANTES de começar a instalar novos arquivos – para não correr o risco de perder os arquivos de instalação e funcionamento dos aplicativos.

Se você já os perdeu ou se seu aparelho não veio com eles, infelizmente nesse caso eu não posso ajudar. EU NÃO PASSO ARQUIVOS (não adianta insistir).

Não me responsabilizo por comentários, links ou arquivos disponibilizados aqui por terceiros.

Presente de carnaval

A Claro me ligou hoje (um atendente completamente mecanizado, lendo todas as informações pra mim como uma criança de 12 anos) para me dar de presente 300 reais em bônus para comprar um aparelho novo. O presente veio bem a calhar, já que eu detestei minha última aquisição, o Motorola E2, e tava mesmo pensando em trocar. Juntando esse bônus com os pontos do Claro Clube e com o desconto pelo plano pós-pago, vou ter um belo aparelho!

Daí vem a dúvida: qual aparelho pegar?

Pré-requisitos básicos: tem que ter uma boa câmera (eu perco excelentes fotos todos os dias porque não tenho uma câmera legal comigo), tem que ter wi-fi (porque eu não vou assinar o pacote de dados, mas quero poder usar a internet quando ela estiver disponível gratuitamente – o que já acontece muito) e, de preferência, editor de texto.

Andei apaixonada pela câmera inteligente de 8.0 Mpx do LG Renoir, mas ele não é dos melhores em relação a documentos. A mesma coisa acontece com o Sony Ericsson C905. Aí descobri o Motorola Q11, que é um smartphone light, mas que parece não ter uma câmera lá essas coisas. A mesma coisa acontece com a linha toda da HTC, que parece ter ótimos aparelhos… que tiram péssimas fotos. O Nokia E95 8Gb parece estranho, no meio do caminho entre um cameraphone e um smartphone – o que significa que ele é meio pato (nada, anda e voa, mas não faz nada disso direito). O E71 é um smartphone elegante, câmera 3.0 Mpx. E tem o Samsung Omnia, o que aparentemente mais me agradou até agora, com câmera 5.0 Mpx, touchscreen e editor de documentos.

Qual deles vai ser vai depender da minha barganha com o vendedor da Claro, in loco, mas já me sinto tranquila de saber que, mesmo que eles não abram mais a mão (do que já abriram), o Moto Q11 não vai ser nada mau. ;)

Horário de verão

Sabe que eu gosto do horário de verão? Teve uma época que o César Maia queria que o Rio tivesse horário de verão durante o ano todo. Chamaram ele de maluco – sempre chamavam ele de maluco, aliás – mas eu concordei com ele. O Rio é uma cidade super turística e, se o dia durasse mais, a arrecadação aumentaria e os gastos com eletricidade da população diminuiria. É a cara do Rio ter sol até às 20h. Mas não rolou. Claro.

O HDV acabou no final de semana. E eu ainda me enrolo, hoje, segunda. Porque sempre tem um relógio que eu esqueço de atualizar. E porque eu fico esperando amanhecer e escurecer tarde. Devia ter durado, pelo menos, até o fim do carnaval, pras pessoas aproveitarem mais.

Aliás, alguém sabe dizer como são marcados o início e o começo do horário de verão?

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Quem?

Elisa Colepicolo, ou Lili, é blogueira desde 2003, faz de tudo um pouco mas dificilmente o que não gosta. Chegada em arte, cultura inútil e viagens. Casada, entusiasta e feliz.

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